




Hoje, apesar de ser feriado –dia da cidade-, como havia muita animação na Baixa, algumas lojas estiveram abertas.
Como outras guerras, aqui no centro histórico, esta a do comércio também está para durar. Há uma minoria de comerciantes que entende que, tendo em conta o momento presente de dificuldades que se atravessa, deve-se abrir à hora do almoço, aos sábados durante todo o dia e até em alguns feriados. A maioria não quer abrir.
Vamos aguardar e ver o que dá. Uma coisa é certa: é pena. Uma maioria de comerciantes só vê o seu umbigo. Pouco lhes interessa se estão a semear para o futuro, querem colher imediatamente. De pouco serve dizer-lhes que a natureza é tão pródiga em exemplos. Semeia-se, e, normalmente, só passados mais de três meses se poderá colher alguma coisa.
Mas de que serve mostrar o caminho a quem vê mas não quer ver?
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