

Tudo indica que os comerciantes, ao serem alvo de constantes assaltos aos estabelecimentos, durante a noite, na Baixa, passaram a apelar à virgem Maria. Como deixaram de acreditar no Governador-Civil, no responsável pela protecção-civil (o presidente da edilidade coimbrã) e na Polícia de Segurança Pública, que durante a noite, nesta zona histórica, não tem um único agente a patrulhar a Baixa, viraram os seus apelos para o transcendente. Exceptuamos este período da latada, que teve, todas as noites duas carrinhas da Polícia de Intervenção, com cerca de 16 agentes, estacionadas junto ao Banco de Portugal. É caso para interrogar: serão os estudantes mais bárbaros que os assaltantes? Responda quem souber.
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