segunda-feira, 26 de abril de 2010

O CASO DA CADEIRA (DES)OCUPADA




Como hoje estive de serviço na Assembleia Municipal, à cidadania e à reportagem, e não quero que vos falte nada -por este andar, o melhor é mesmo arranjarem-me uma subvençãozita, caso contrário, ainda começo a pedir na rua. Dizia eu, antes que me disperse, que não quero que vos falte nada. Então, ficam a saber, em primeira mão, que o célebre caso da cadeira desocupada –parece um enredo policial, não parece?- já está ocupada. É assim, depois da nega do advogado Rodrigo Santiago em ocupar a cadeira do poder –porra, porque é que dará Deus nozes a quem não tem dentes para as comer? Será Ele sádico?-, finalmente hoje, e passados uma catrefada de meses, o seu lugar foi ocupado pelo professor Torres Farinha. Eureka!, digo eu. “Pina Prata, agora sim”, já pode dormir em paz.

Quanto ao professor Torres Farinha não explicou porque se atrasou tanto na viagem, porque todos nós já sabemos as peripécias. Mas lá foi dizendo que estava ali por uma atitude crente na Coimbra empreendedora; numa Coimbra humanizada; numa Coimbra proactiva, que acreditava num futuro promissor. Nós também tentamos acreditar, professor.
Depois da sua apresentação, despediu-se com um até já. Ou melhor: “podem contar comigo!”. Contamos sim , professor.

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