sexta-feira, 11 de novembro de 2016

AO TELEFONE COM MELANIA TRAMP

Melania Trump
(Imagem da Web)




Pouco passava das 07h45 de hoje -pelo menos era o que indicava o relógio da torre da Universidade de Coimbra que, dizem, está mais morto que o fantasmagórico Metro Ligeiro de Superfície- quando o meu telefone fixo preto -ainda sou de outro tempo- retiniu:

-Alô, Mister Quintans? How are you doing? Speaks Melania Trump... Está a ver quem é? Exactamente! A mulher de Donald Trump, futuro presidente dos “staites”. ...Essa mesma, em carne, muita carne, e osso. Não repare na minha pouca roupa, saí agora mesmo do banho. Consegue perceber aí o meu perfumado? Não? Que pena!...

-(Eu) Mas a que devo tal honra, Mrs...?

-(Melania) Queria pedir-lhe um favor, Mister Quintans. Estou muito preocupada com o meu marido... com esta rebelião maluca que está alastrar em todo o mundo de não aceitar a sua eleição. O que me aconselha a fazer para acalmar, sobretudo aqui, as hostes nos Estados Unidos? Rogo-lhe, Mister Quintans, ajude-nos...

-(Eu) Ora essa, Mrs Tramp... Se estivesse no lugar do seu marido (quem me dera, pensei para comigo mas não disse), eu chamaria a Hillary para o Governo. Não sei se está ver a coisa, Melania, mas era a forma de mostrar que, por um lado, não está ressentido com os democratas e, por outro, que, acima de tudo, preserva a paz e o desenvolvimento norte-americano e mundial.
Fui claro, Mrs Trump?

-(Melania) Obviously. Thank you.
Nem sei como lhe hei-de pagar... Tem alguma ideia?

-(Eu)... Não, Melania... não, não tenho. Ora... ora!


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