sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

UM ALMOÇO PARA REFLEXÃO SOBRE A REPÚBLICA

(IMAGEM DA WEB)


Cidadãs/Cidadãos:

Atendendo a que:

. O Governo da República anuncia que, entre os feriados a suprimir a partir de 2012, está o 5 de Outubro;

. Aos signatários deste documento, como Republicanos recentemente envolvidos nas Comemorações do Centenário da República, parece aberrante a intenção manifestada;

. A reivindicação Republicana ainda necessita do concurso dos que como Republicanos se consideram 

Convidamos-las (os) a 

Almoçar no próximo dia 8 de Dezembro, quinta-feira, feriado nacional, pelas 13h00, no Still Is, aos Arcos do Jardim, em Coimbra, para connosco reflectir sobre os melhores caminhos a trilhar para a materialização da nobre causa de manter o 5 de Outubro como Feriado Nacional.

O almoço custa €22,50, é pago à entrada e as inscrições deverão ser feitas, desde já e até às 24h00 de terça-feira, 06 de Dezembro, para José Dias josemsdias48@gmail.com ou 919726959.

VIVA O 5 DE OUTUBRO! VIVA A REPÚBLICA!

Coimbra 1 de Dezembro de 2011

Amadeu Carvalho Homem, Anabela Monteiro, Augusto Monteiro Valente, Carlos Esperança, Fernando Fava, José Dias

(RECEBIDO POR E-MAIL E COM PEDIDO DE DIVULGAÇÃO)

CHEGOU O PAI NATAL



 Cerca das 15h00 chegou ao Largo da Portagem o senhor Pai Natal. Apesar dos milhares de quilómetros percorridos entre a Lapónia, no Norte da Europa, e Coimbra, o pai de todos os meninos -salvo seja- estava bem. É certo que com ar visivelmente cansado e tez escura -o que não é de admirar pela longa viagem- aparentava um aspecto de bem-tratado. Quase de certeza que não passou muita fome nos últimos tempos -aliás, na especulação, até iríamos mais longe: ou engordou ou fato já é do pai, que, certamente, era mais magricela.
Quanto ao velho Packard, de 1920, dos Bombeiros Voluntários de Coimbra é que esteve ali para as curvas. Em metáfora, até me pareceu a Etelvina, uma raparigona que mora na Rua do Adamastor, que apesar de ser mais velha que o Rio Mondego nunca nega fogo. Venha lá um qualquer magala, um qualquer caloiro, ou outro carenciado de amor já entradote. Ela lá está para aguentar a jornada e fazer serviço social em prol dos mais necessitados.

"COIMBRA NA BAGAGEM"





 Abriu na segunda-feira passada um novo estabelecimento na Rua Ferreira Borges. Com o sugestivo nome de “Coimbra na bagagem” esta nova loja de artesanato, com presentes para homem e senhora e lembranças temáticas, pretende ser uma mais-valia na Baixa de Coimbra.
Segundo Isabel Moura – já com outras casas de artigos decorativos e utilitários no Centro Histórico, e filha de um dos maiores gravadores da cidade, o senhor Moura, com estabelecimento na mesma artéria-, “olhe, é uma aposta. As coisas estão difíceis mas não podemos cruzar os braços, não é assim? Você já viu aqui em redor, num raio de vinte metros, quantas casas estão encerradas? Diga-me, isto não causa dó? Falei com a minha família e decidimos avançar com esta nova loja. É certo que é um risco, mas no fundo, bem no fundo, se queremos manter o que temos, somos obrigados a defender para a frente. Já viu o que seria se, perante esta crise avassaladora, todos deixássemos descair os braços em sinal de derrota? É que os que restarem, inevitavelmente, irão atrás. Não tenha dúvida. Todos vivemos encadeados uns nos outros. A Baixa, esta minha Baixa que tão bem conheço e me faz vibrar, é um todo. Não sei o que irá acontecer para o ano –em consequência das medidas draconianas fiscais que se avizinham-, mas temos de continuar a caminhar. Todos temos família para sustentar. Talvez pela herança genética do meu pai, o comércio está entrelaçado na minha alma… você entende o que quero dizer, não entende?”
Claro que entendo e todos concordamos consigo, Isabel. Estamos todos a torcer pelo seu sucesso. Boa sorte e muitas felicidades.

UM PROTESTO EM NOME DO AMBIENTE




 Hoje, cerca das 15h00, o lajeado da Praça 8 de Maio estava pejado de canoas. Tratou-se de uma manifestação simbolizando o impacto negativo que a provável construção da mini-hídrica no rio Mondego, junto à povoação de Foz do Caneiro, irá ter na economia da zona. Para além disso esteve a decorrer uma recolha de assinaturas em “abaixo-assinado”. Segundo Rui Lopes, gerente de uma empresa de canoagem e com três empregados a seu cargo, e que, amiúde, faz eventos no rio, “ o que querem fazer é um atentado ao ambiente. Já nem vou falar no que se gastou na “escada” de peixe que se construiu junto à ponte-açude. Não faz sentido, agora, mais uma vez, virem limitar o campo de acção do peixe. Se levarem á frente este projecto será muito mau para todos. A minha empresa e outras que operam no leito do rio com desportos radicais ficarão muito prejudicadas. É uma agressão sem perdão que querem fazer a uma zona natural e tão bela”, enfatiza Rui Lopes.

E QUE PENSA O CIDADÃO COMUM?

 Como já é hábito o cidadão de Coimbra, perante estas manifestações de rua, e mais propriamente quando se trata de defender algo do nosso património natural, olha de soslaio para os manifestantes e passa ao largo. Preocupa-se mais com a questão estética da cidade do que o fundamental que lhe deu origem, podemos ilustrar com este comentário de um comerciante presente no local: “já viu isto? Admite-se que encham a praça e a entrada da Igreja de Santa Cruz com canoas? Este templo é Panteão Nacional! Olhe para isto! Olhe para isto!”. Quando lhe pergunto se sabe o que está em causa diz que não sabe… “mas isto está mal, pronto!”

E A IMPRENSA RESPONDEU?

 Segundo Rui Lopes, “Contactámos todas as televisões mas só a TVI está presente”. No entanto, a nível local, eram bem visíveis jornalistas de todos os quadrantes, de comunicação escrita e falada da rádio, da Antena 1.
Fosse lá porque fosse, da autarquia não se avistou ninguém para contra-argumentar.

ONDE ESTÃO OS DEPUTADOS ELEITOS POR COIMBRA?

 Diga-se lá o que se disser, goste-se ou não do Bloco de Esquerda, a verdade é que quando se trata de defender causas ambientais e importantes para a cidade este partido está sempre na linha da frente. Hoje mais uma vez se verificou isto mesmo com a presença de José Manuel Pureza, ex-deputado na Assembleia da República, a manifestar apoio e a dar corpo ao protesto. E os outros deputados eleitos de outras facções partidárias onde estão? Bom, provavelmente estarão a gozar o último feriado do 1º de Dezembro, ou então concordam com a construção da mini-hídrica. Ou, se calhar, especulando, nem sabem nada do que se passa na cidade –que será o mais provável!

GENTE DA NOSSA RUA (8)



Há certas pessoas na cidade
que nunca deveriam morrer,
são símbolos de antiguidade,
luzes brilhantes no anoitecer,
património da humanidade,
dão-nos força para viver;

Passamos por elas uma vida,
achamos que sempre ali estiveram,
são marcos numa praça esquecida,
em gestos simples nos acolheram,
semáforos tricolores numa avenida,
nunca um sorriso nos mereceram;

Até que um dia, uma tarde qualquer,
por ali passamos novamente,
sentimos o nosso coração encolher,
falta uma peça naquele ambiente,
é como um luar de Agosto a chover,
uma tristeza nos invade docemente;

Só então damos conta da ingratidão,
de tanta injustiça que cometemos,
é bem certo que foi por distracção,
mas, repare-se, não desvalorizemos,
agora é preciso tomar mais atenção,
é uma pessoa com alma… olhemos!

 Não sou fotógrafo, nem percebo nada de fotografia. Olho para alguém ou um qualquer cenário e se vejo algo que me “toque” os sentidos disparo. Nos últimos três anos reuni milhares de imagens.
Lembrei-me de separar umas dezenas e publicar aqui diariamente três. A esta exposição vou chamar-lhe “gente da nossa rua”. Infelizmente, alguns dos retratados já não estão entre nós. De qualquer modo, sublinho, este relembrar é sempre sob a óptica do respeito e consideração por alguém anónimo ou nem por isso que passa ou passou por nós. A escolha é minha e não tem qualquer pendor de favor.
Gostava de, um dia destes, passar estas fotos do virtual para o tangível e fazer uma exposição aí num local público da Baixa. Se, entre os leitores, houver um mecenas que queira patrocinar. Faça o favor de dizer alguma coisa.
Então já sabe, diariamente, colocarei três fotos diferentes e sempre com uma poesia que compus a relembrar que é preciso olhar para com quem nos cruzamos.

TODOS TEMOS UM LADO OBSCURO

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"A editora é a Weltbild e é 100% propriedade da Igreja Católica alemã e a sua grande fonte de lucro são publicações “eróticas”… Depois de, no mês passado, a informação ter sido revelada, rebentou um enorme escândalo e, em consequência, a surgiu esta decisão de vender a galinha dos ovos porno, numa tentativa de estancar o escândalo e impedir que ele venha a atingir o ex-cardeal alemão  Ratzinger, o actual Papa."