quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

"CHEN" APELO NEM AGRAVO P'RA AGUENTAR



 Claudicou mais uma grande loja na Baixa. Passados cerca de dois anos –abriu portas em 21 de Março de 2011- de laboração, encerrou o “Hiper 99”, na Praça do Comércio, no antigo espaço das desaparecidas Galerias Coimbra.
Segundo o proprietário, Chen, de ascendência chinesa e com outros comércios na Figueira da Foz, “não posso continuar, a despesa é muito grande e o negócio está muito fraco. Na Figueira, onde me encontro, é melhor e tenho menos custos. Vou arrendar, ou vender, se aparecer algum interessado.”
É mais um estabelecimento que, perante a conjuntura económica, se abate. O ambiente comercial nesta zona histórica é simplesmente de desespero. Os semblantes carregados de preocupação dos comerciantes mostram isso mesmo. O futuro da Baixa é uma incógnita. No meu entendimento, a Câmara Municipal de Coimbra mesmo dentro do pouco que possa fazer deveria chamar a si esta discussão. Neste momento de profundo desânimo, para além de ter obrigação de desonerar algumas taxas, deveria ter uma palavra de alento para dar aos profissionais do comércio. Os dias que correm são de extrema gravidade e a edilidade, repito, mesmo não podendo fazer grande coisa, não pode lavar as mãos nas lágrimas, da angústia, de quem vê o seu presente não ter futuro e tanto contribuiu para a riqueza nacional.
Apesar de, no fim do ano terem encerrado 11 estabelecimentos, consta-se por aqui que, nos próximos dias, outros comércios se seguirão. Ao que parece há vários casos de incumprimentos nas rendas. Tudo indica que os próximos tempos serão de escolha alargada para quem vende e muitos deles desaparecerão. Como já escrevi várias vezes, nestes anos mais chegados, dificilmente haverá um mercado estável onde as lojas perdurem durante décadas como antigamente e um encerramento constituía uma excepção. Hoje, no ambiente que se vê, os fechos passaram a ser a regra e os que continuam o privilégio. Pode até parecer que estou a ser drástico na apreciação e dramático na conclusão, mas, infelizmente, esta é a realidade nesta zona velha de Coimbra.

BOM DIA, GENTE À RASCA...

COMO? PODE REPETIR?

Socialista apanhada com álcool dispensada de apresentar atestado médico porque palavra de deputado faz fé


"Parlamento Socialista apanhada com álcool dispensada de apresentar atestado médico porque "palavra de deputado faz fé"
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ISTO TUDO DEPOIS DE... LEIA AQUI.

PEQUENOS NADAS/GRANDES DRAMAS


 O Paolo Vasil, instrumentista que integra a denominada “Orquestra de Músicos de Rua de Coimbra” e que se apresenta a tocar na Rua Ferreira Borges, junto ao Museu Municipal do Chiado, costuma guardar o seu acordeão na loja de pronto-a-vestir que outrora se chamou de São Remo. Agora, este estabelecimento pertence a uma senhora da Figueira da Foz, a dona Manuela. Acontece que ontem e hoje a loja não abriu e, na vizinhança, ninguém tem o contacto ou a direcção desta profissional do comércio na praia da claridade. Este caso para a maioria de todos nós, relativamente bem instalados e com uma vida normalizada, é apenas um pequeno percalço, mas para o Paolo Vasil está a ser um terrível drama. Este músico, tal como os outros maioritariamente, vive diariamente, comendo e dormindo, da receita que aufere na rua. Já ontem me confidenciava que por não ter o acordeão não podia trabalhar e não tinha dinheiro para comer. Hoje igualmente. Conseguiremos nós sentir o que ele estará a sofrer?
Apesar de já ter tentado várias “demarches” para tentar localizar a senhora e ajudar o Paolo ainda não consegui nada. Será que você, leitor, conhecerá a dona Manuela e pode auxiliar com alguma informação?

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

QUANTO VALE UM SORRISO DE FELICIDADE?



 Poderia começar exactamente pelo título: quanto vale o sorriso de felicidade do Luís Cortês, depois de já ter adquirido um órgão, dos mais baratos, e assim poder trabalhar novamente junto à Loja do Cidadão? Naturalmente que tem um preço: uma hora a tocar na Rua Visconde da Luz, que rendeu 90,00 euros, e que assim tornou possível aquele rosto iluminado -lembro que no Sábado o temporal arremessou a sua "enxada" de labor ao chão e escaqueirou-a completamente. Por isso mesmo, hoje, realizámos esta prestação em forma de peditório.
Foi penoso? Para mim, não! Faço isto com grande naturalidade. Não me custa pedir para os outros –para mim é que é mais complicado. É interessante analisar esta jornada sob vários aspectos. Um deles, e primeiro, é o facto de todos os componentes da denominada “Orquestra de Músicos de Rua de Coimbra”, mesmo com sacrifício, porque todos são necessitados, abdicarem de um tempo que seria traduzido em umas moedas em proveito próprio para ajudarem um colega em grandes dificuldades. É ou não bonito? Continuando, depois, quando se trata de ajudar outro, há sempre alguém disponível para o fazer. Repare-se nisto: o Paolo Vasil costuma guardar o acordeão numa loja da Rua Ferreira Borges. Hoje, não se sabe a razão, o estabelecimento não abriu. Preocupado, o Vasil veio ter comigo logo de manhã e no seu “pretoguês arromenado” manifestou a sua apreensão: “sinhor” Luís, não ter instrumento “p’a” tocar. “Sinhora” “n’brir” loja”. Como conheço bem o senhor Olímpio, da casa de música Olímpio Medina, um pouco inibido, assim no género do Egas Moniz com baraço, lá fui eu para fazer-lhe uma proposta (in)decente): pedir um acordeão emprestado. E o bom do senhor Olímpio, que já me conhece e sabe que sou uma grande carraça, lá mandou buscar ao armazém um instrumento usado e emprestou-o ao Paolo para que ele pudesse tocar. A seguir temos as coincidências a funcionar. Estava prometida chuva forte para a tarde. Pois vejam a sorte, o acaso, ou outra coisa qualquer, acabamos de tocar às 14h40. Passados cinco minutos ferrou-se o céu de cinzento e começou a chover a potes e a trovejar, que nem Santa Bárbara nos valeu. É claro que poderemos sempre pensar que foi São Pedro a querer agradar. Sei lá, talvez carregado de culpa de nos últimos dias nos ter castigado de forma injusta. Fosse por isso, ou não, a verdade é que o santo portou-se bem e foi também graças às suas boas graças que se conseguiu em uma hora juntar 90,00 euros –evita de estar com ideias, a pensar que vale mais deixar o seu trabalho e ir para a rua pedir. Não, não faça isso. Deu para ver que as pessoas estão cansadas de dar dinheiro. Todo o mundo pede. Mesmo assim, dentro da conjuntura, conseguiu-se esta verba graças também à Celeste Correia que –para além de ter pedido troca lá no seu serviço para poder colaborar-, largando o que gosta tanto de fazer que é cantar, saltou para o meio da rua e, como se fosse para ela, instigava os transeuntes a comparticiparem. Foi bonito de ver e sentir esta cooperação. Muito obrigado a todos. Não queremos parecer armados em salvadores do mundo. Nada disso. Mas, como alguém disse um dia, se tornarmos alguém próximo de nós feliz estamos a tornar o mundo melhor. Hoje, todos juntos, fizemos isso. Bem-haja a todos.

LER E PREVENIR

(Imagem de Leonardo Braga Pinheiro)





"Porque a fonte desta mensagem é idónea e se trata de um juiz conselheiro esclarecido e amigo, aí vai...

    IMPORTANTE

    Chaves magnéticas de hotéis.
    Para quem viaja e fica em hotéis com um novo tipo de chave e mesmo porque logo a maioria estará com este tipo de chave = cartão magnético para abrir as portas, parecido com o cartão de crédito.

    CHAVES MAGNÉTICAS DE HOTÉIS

    Alguma vez você já se perguntou o que está armazenado nas chaves magnéticas (que se assemelham aos cartões de crédito) dos hotéis?
    Veja as informações e mude os seus hábitos:

    a. Nome do hóspede

    b. BI/CC Completo

    c. Endereço do hóspede

    d. Número do apartamento do hotel

    e. Datas do check-in e ckeck-out

    f. Número do cartão de crédito e data de validade!

    Quando as devolve na recepção, as suas informações ficam lá disponíveis para qualquer funcionário com acesso ao 'scanner' do hotel.
    Ou ainda, um funcionário pode levar um monte delas para casa e, utilizando um aparelho de 'scanner' magnético, ter acesso às suas informações e ir gastar pela internet.

    Simplificando, os hotéis não apagam as informações das chaves magnéticas até que um novo hóspede faça uso delas, quando as suas informações sobrescreverão às do antigo hóspede. Mas até que a chave seja re-utilizada, ela fica, geralmente, na gaveta da recepção com as suas informações que nela foram "armazenadas"

    Resumindo:

    Guarde com você suas chaves magnéticas, leve-as para casa ou destrua-as.
    Nunca as deixe no quarto, no lixo do banheiro e JAMAIS as devolva à recepção quando estiver a fazer o check-out. Os hotéis não podem cobrar pelas chaves (é ilegal) e você terá a certeza de que não deixará um monte de informações pessoais valiosas que podem ser facilmente acessadas e utilizadas com um 'scanner' magnético.

    Pela mesma razão, se você chegar ao aeroporto e descobrir que ainda tem a chave, não a deite nas cestas de lixo. Leve-a para casa e destrua-a com uma tesoura, cortando principalmente a faixa magnética nas costas da chave.

    Por favor repasse a amigos e familiares"

(RECEBIDO POR E-MAIL)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

UM MOVIMENTO CÍVICO EM EMBRIÃO

(Imagem de Leonardo Braga Pinheiro)


"Viva

Este é um ano de eleições autárquicas. Há que derrotar a coligação de direita. Não podemos ficar serenamente a espera do que resulte do rotativismo habitual. Queremos ser parte da solução. Queremos intervir no plano municipal. Com novas ideias. Numa forma de estar na política diferente. 
Somos um punhado de mulheres e de homens não filiados em partidos. Estamos a construir um Movimento de Cidadãos para concorrer as próximas eleições de Outubro em Coimbra. 
Quererá(s) também fazer parte desde o inicio juntando-te a nós?
Aparece na próxima sexta-feira, dia 25 de Janeiro, pelas 21h30, na Casa da Esquina e junta-te a um Movimento que também é teu e que se esta a iniciar. Até sexta 
Desde Geneve com a amizade do 
Cidadão Zé Dias"

(Recebido por e-mail e com pedido de publicitação)