quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CMC: O DISCRIMINADOR ATENDIMENTO SEQUENCIAL DAS SENHAS





Hoje desloquei-me à Divisão de Atendimento e Apoio aos Órgãos Municipais. Cheguei às 12h19. À entrada do departamento, na máquina, retirei a senha com o número 68 correspondente à categoria A, de Atendimento Geral – o seviço subdivide-se em mais quatro classes: B, C, D e E. No visor electrónico corria a vez do número 58. O tempo foi decorrendo, com outros munícipes que entraram muito depois e retiraram senhas de outras categorias a serem atendidos, e o grupo A mantinha-se quedo e ledo. Fui atendido às 13h16, ou seja, praticamente uma hora depois. Em conversa com a funcionária sobre este assunto fiquei a saber que é normal ser assim porque as outras séries correspondem a pedidos breves, entre outros, como guias de pagamento. Mas emerge uma pergunta: estará certo reter munícipes durante uma hora e outros, com permanência de cinco minutos, passarem à sua frente? Estará a metodologia correcta? Onde cabe o princípio de igualdade de tratamento ao cidadão?
Valerá a pena pensar nisto?

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