Jornal
da Mealhada (edição de 3 de Fevereiro)
POSITIVO
A
edição desta semana, abarcando transversalmente vários temas do
concelho da Mealhada, está bem conseguida e, quanto aos conteúdos
apresentados, nada há apontar. Com espaços para notícias bem
distribuídos, com fotografias sem exagero e em quantidade que baste,
está agradável e convidativo para se ler.
MENOS
BONS
A
capa, que é o desencadeante estimulador para se comprar o jornal,
continua com cores mortiças e pouco apelativas. Demasiadamente
assoberbada com publicidade, não deixando espaço para títulos de
caixa alta, faz lembrar os jornais publicitários distribuídos nas
médias e grandes superfícies.
Com
uma notícia, “Presidentes de Junta reagem a entrevista do
Jornal da Mealhada”, que nos remete para duas edições
passadas, mostra-se facilmente que, sendo quinzenário, num tempo
em que a informação é voraz da memória, perde actualidade. Era
bom que a Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, proprietária do
periódico, pensasse em investir mais na informação e formação do
concelho e o transformasse em semanário.
A
necessidade de publicar entrevistas a figuras do concelho que se
destaquem no social, económico, político, religioso continua a ser
uma premência.
Continua
a ser notória a falta de cronistas que abarquem o espectro social,
económico e político-partidário.
É
preciso estimular a interacção dos leitores com o jornal. Seja por
concurso de poesia ou prosa, é preciso criar uma “página do
leitor”.
De
zero a 20, atribuo a esta edição 14 valores.
(Publicado
na página do “Mealhadenses que amam a sua terra”, do Facebook)
Jornal
da Bairrada (edição de 4 de Fevereiro)
POSITIVO
Com
uma capa apelativa, onde sobressai uma bipolarização
de cores entre o vermelho e
o preto, esta
tiragem apresenta-se
bem conseguida.
A
fazer jus ao seu âmbito, apresenta uma ampla cobertura de terras da
Bairrada.
Com
um texto de opinião e colunistas que
falam de terras da
Bairrada, esta edição
satisfaz.
MENOS
BOM
Com
três páginas dedicadas a pessoas falecidas é pastilha demasiado
lúgrebe. Bem sabemos que é receita que não se pode desaproveitar,
porém, neste tempo triste e de morte, tanto espaço dedicado à
necrologia, puxa por uma tristeza e depressão que alastram na nossa
alma. Uma das soluções para reduzir o impacto poderia ser, por
exemplo, minimizar o tamanho das fotos dos que partem.
Numa
avaliação global de 0 a 20, avaliaria esta edição com 17.