sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

UM PEDIDO DA APBC


Caro Colega:

Informamos que a morada para envio de correspondência deverá ser a dos escritórios da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, na Rua João de Ruão, 12 Arnado Business Center, piso 1, sala 3, 3 000-229 Coimbra.

(Repetindo, o endereço deverá ser assim: Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, na Rua João de Ruão, 12 Arnado Business Center, piso 1, sala 3, 3 000-229 Coimbra)

Atenciosamente,
 Carina Alves
APBC - Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra
Rua João de Ruão, 12 Arnado Business Center, piso 1, sala 3
3 000-229 Coimbra
Tel. 239 842 164  Fax. 239 840 242 Tel. 914872418
apbcoimbra@gmail.com
www.baixadecoimbra.com

EM BUSCA DA VERDADE... (NEM TUDO O QUE LUZ...)



“Artista emigrou, "desiludido" com a falta de trabalho e as "condições precárias" da sua actividade
A empresa Stardust Produções, gerida por Fernando Tordo, recebeu desde 2008, ano em que foi criada, mais de 200 mil euros por ajuste directo. De acordo com o portal BASE - Contratos Públicos Online, a firma do artista terá ganho 207 100 euros pela produção de espectáculos.
Continue aqui a ler jornal i (Clique em cima)



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COMENTÁRIO PARVO DO EDITOR


Depois de ter plasmado aqui a "Carta ao pai" e a seguir  "a resposta do pai ao filho", a ser verdade o que se diz agora, só apetece exclamar, com todas as letras: foda-se!!

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NOVOS DADOS VÃO SURGINDO COM EXPLICAÇÕES IDEOLÓGICAS À MISTURA:

VAMOS LER ESTA:

"Vamos chamar os bois pelo nome… A fortuna escondida de Fernando Tordo!" -Continue a ler (clicando em cima).



UM COMENTÁRIO RECEBIDO SOBRE...




Sidónio Simões deixou um novo comentário na sua mensagem "EDITORIAL: UMA CIDADE ÀS AVESSAS":



"Quanto à “Casa das Talhas” esteve-se à espera de arranjar financiamento para a obra, uma vez que fruto da quantidade de achados arqueológicos relevantes no referido edificado, será uma reabilitação de valor elevado. A obra irá iniciar-se este ano sem falta.
Cumprimentos.

Sidónio Simões"
(Técnico Superior da Câmara Municipal de Coimbra)



Em amável resposta a este comentário:




"Também em muito mau estado está a “Casa das Talhas”, na Rua Fernandes Tomás, cuja proprietária é nada mais nada menos que a Câmara Municipal.
Obras ... nada!"

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"DÊ-ME UMA MOEDA P´RA COMPRAR PÃO"



Confesso que quando inicio um texto sobre a Baixa há logo uma voz cá dentro que grita: “vê lá o que vais escrever! Mais tristeza? Mas a Baixa já é uma melancolia! Tem dó de quem faz um esforço danado para passar do primeiro parágrafo de um qualquer escrito teu! Faz um favor ao povo, escreve qualquer coisinha com graça, algo que nos faça rir, homem de Deus!”
O problema é que, apesar dos avisos constantes do meu desconhecido (in)consciente, não consigo atingir a metamorfose, sobretudo se pretendo contar um qualquer episódio que me toque e cause mágoa. É evidente que se trata de deficiência. É lógico que não sou escritor, nem coisa que o valha, porque se o fosse escreveria o contrário do pretendido, ou até brincaria com a desgraça alheia. Isto tudo para me servir de introdução e dizer que vou carpir mais mágoas. O meu alter-ego, ou seja lá o que for, e os leitores que me acompanham diariamente que façam o favor de desculpar mas aí vai disto. Como quem diz, lá vai mais choradinho de baba e ranho. Tenho reparado, nos últimos dias, que cada vez mais se vêem pessoas, a pedir, de mão estendida pelo meio de quem passa. Estes novos mendigos fogem ao padrão de que estamos habituados, que é o quadro recorrente de ver alguém sentado no chão, acompanhado de uma lengalenga. Os novos pedintes que trago à colação vestem bem. Com algum cinismo escrevo, é gente como nós. São pessoas de meia-idade e mais velhos e interpelam-nos no meio da rua com a seguinte frase: “dê-me uma moeda para comprar pão, por favor!”
Hoje, à hora do almoço, em vários pontos da Baixa, fui demandado por três mulheres, todas com a tal frase que fere o coração. Duas com cerca de 40 anos e uma já mais velha, junto ao banco Montepio Geral, no Largo da Portagem. Teria cerca de 65 anos e vestia razoavelmente bem. Apenas um pormenor saltava à vista, apesar de chover, transportava nos pés uns chinelos por onde a água entrava e saía sem pedir licença. Se com as anteriores candidatas ao óbolo não fiz perguntas, com esta falei mesmo –será eticamente certo interrogar alguém que pede? Damos ou não damos, ponto final e parágrafo. É assim? Ou não? Quem dá terá o direito de saber o que aconteceu? Se calhar tem! Até diria mais, não é faltar ao respeito mas antes uma manifestação de preocupação. Posso garantir que a maioria que dá a moeda fá-lo mecanicamente –como se de uma obrigação moral se tratasse-, sem sequer olhar os olhos de quem solicita ajuda. É óbvio também que o acto de pedir está transformado numa vulgaridade. Hoje todo o mundo suplica a moeda. É para a Liga não sei das quantas; é para associação dos desgraçadinhos; é para isto e para aquilo. E é exactamente por este abuso de confiança que muitos de nós, incluindo-me naturalmente, já fogem destes cravas que, diariamente, infestam a cidade. O resultado não pode ser pior. Torna-nos insensíveis a qualquer situação de sofrimento alheio. Endurece-nos.
Voltando à senhora que estendia a mão junto ao Montepio, quis saber da razão de pedir uma moeda para comprar pão. Uma vez que me transmitiu que tinha fome, porque não vai comer à Cozinha Económica? Interroguei. Respondeu a senhora: “acha que eu vou comer à Cozinha económica? Acha? Eu não me misturo, está a perceber? Eu estive em Moçambique… já vivi muito bem! Homessa!”… E virou-me as costas em direcção a um outro qualquer transeunte talvez menos chato do que eu.


TEXTOS RELACIONADOS

"Brincar com a mendicidade em jeito de alertar"
"Baixa: a crise também afecta os pedintes"
"Quem ajuda as cidades e o Borda d´água?"
"O regresso do velho hábito"
"Um dia de chuva"
"Não dar para o peditório"
"A importância do Luís Cortês na Baixa"
"A incompreensão da arte ou a insensibilidade humana"
"A "carraça"
"Coimbra: guerra nos apoios aos sem-abrigo"
"Baixa: o abrigo dos sem-abrigo"
"Bon... Nátál"!"
"Bairro pobre de turistas ricos"
"O mendigo turco"
"Histórias da minha aldeia: o onzeiro"
"Bom dia, pessoal..."

BOM DIA, PESSOAL....

LEIA O DESPERTAR...


LEIA AQUI O DESPERTAR DESTA SEMANA 

Esta semana deixo o textos "REFLEXÃO: O DILÚVIO ANUNCIADO" e "UMA CIDADE ÀS AVESSAS"; "A MARIAZINHA FEZ ANOS"; "O BOM GIGANTE SOPROU UMA VELA"; e "FALECEU A SENHORA GEORGINA".



REFLEXÃO: O DILÚVIO ANUNCIADO

 Apesar do inverno rigoroso e termos tido ameaças sérias na véspera do ultimo Natal, ainda não foi este ano que a Baixa ficou completamente inundada –em setembro de  2008, num domingo e devido a intensas chuvas, a Praça 8 de Maio ficou com meio-metro de água e com muitas lojas comerciais alagadas. Apesar disso, os avisos estão ao olhar de um relance. O alagamento do Parque Verde várias vezes, este ano e em final do transato, mostra bem o quanto as imagens dos anos de 1960 podem materializar-se novamente e o dilúvio voltar a qualquer momento.
Está de ver que a dragagem do rio deveria ser uma das preocupações para o verão que se aproxima. Mesmo com as ameaças da empresa que gere o Bazófias, o barco turístico que manobra no Mondego, de ir navegar para águas mais profundas por impossibilidade de operar na bacia líquida que se apresenta à cidade, aparentemente, os planos de desassoreamento vão sendo passados para as calendas.
Ler todos os dias na imprensa local, por parte do executivo municipal, e dos partidos que o compõem, uma preocupação com obras megalómanas, como a construção de estradas, metro ligeiro, funiculares, gares, aeroportos, dá que pensar. Os exemplos estão mesmo à mão de semear mas tudo continua igual como até aqui. Ninguém quer saber do endividamento futuro. Empurram todos com a barriga para a frente. Em vez de salvar e manter o que se tem continua-se a apostar no betão. Este domingo ultimo o Diário de Notícias mostrava a nu a situação insolvente da Câmara de Gaia. Alguém leu?


UMA CIDADE ÀS AVESSAS

A semana passada, na quarta-feira, os jornais Diário as Beiras e Diário de Coimbra traziam à estampa a notícia de um prédio camarário, de quatro andares, que está em vias de ruir no Largo do Romal. Devido às intensas chuvas que têm caído nos últimos dias começou a soltar-se caliça para a via pública. Segundo as declarações de um dos vizinhos, com quem falei “Foi há cerca de 13 anos, já no tempo de Encarnação (ex-presidente da Câmara Municipal), que os moradores foram realojados e o edifício ficou vazio e a apodrecer. Ao longo destes anos, eu e outros confinantes, fizemos várias chamadas de atenção para a edilidade e nunca passaram importância ao assunto. Comuniquei para a proteção Civil e a mesma coisa! Foi então que, esta semana, comecei a temer pela minha vida. Peguei no telefone, liguei para o Diário de Coimbra e para o Diário as Beiras e disse para a minha mulher: vais ver se isto agora vai ou não vai! O Machado não tem nada a ver com isto, não quero prejudicá-lo, mas esta situação não pode continuar!”
O Diário de Coimbra, do dia seguinte, de quinta-feira, na primeira página, anunciava: “Prédio no Largo do Romal será demolido”. No interior do caderno, “A Câmara Municipal de Coimbra decidiu demolir “o mais rapidamente possível” o prédio degradado no Largo do Romal (…). (…) Ainda assim, as vistorias técnicas concluíram que não havia risco de ruir.”
Na sexta-feira, dois dias depois da bomba ter rebentado, portanto, era visível a azáfama na montagem de andaimes junto ao monumento da incapacidade e desleixo da coisa pública. De salientar que nas traseiras deste agora anunciado desastre está um outro prédio em igual estado ou pior e também em risco de capitular.
Passando por cima da incúria, da obrigação, e sobretudo o exemplo, da autarquia recuperar o que é seu (nosso) e servir de motor auxiliar para a revitalização da Baixa, vou focar-me essencialmente na decisão de demolir o prédio. Mesmo sem as declarações técnicas de que não oferece perigo elevado de cair –o que, em boa verdade, não é fiável de todo, basta lembrar a queda de dois edifícios na Rua dos Gatos, em 2006, depois de ser assegurado por especialistas da edilidade de que não cairia- há um pormenor que salta à vista: por que razão se vai arrasar um imóvel centenário no Centro Histórico? Em nome do novo tudo é justificável? Mais ainda, sendo esta parte velha qualificada como zona de proteção na classificação de Património Mundial da UNESCO, como é que se pode entender que se opte pela substituição do velho pelo novo? –Aliás, ao que parece, a declaração de interesse mundial obriga a que não se possam fazer demolições nas áreas classificada e protegida. Alguém consegue conceber que, num qualquer museu, se troque um prato “aranhões”, do século XVII, meio esbeiçado e com cabelo, por uma cópia de faiança recente? E ainda mais, do ponto de vista da racionalidade económica, será que fica mais barato demolir e reconstruir de novo ou restaurar o velho e mantendo as traças originais, interiores e exteriores?
Dá que pensar esta quase obsessão pelo camartelo. Será que o espírito de Salazar andará por aqui à solta? Tudo teria começado com a destruição da velha Alta, entre as décadas de 1940 e 1950. A seguir foi aqui na Baixa, através do bota-abaixo, no início de 1960, para dar início à idealizada avenida central. Em nome deste malfadado projeto, agora atrelado ao Metro Ligeiro de Superfície, em 2006 desconstruiu-se mais umas partes importantes de casario habitacional, comercial e de serviços.
Impressiona de sobremaneira a constatação de que não há um plano diretor para a Baixa da cidade. Salvo melhor opinião, ninguém tem ideia nenhuma do que se pretende. Num espaço que deveria ser tão rico em várias áreas, turística, comercial, serviços, hotelaria, o que se apreende? Que não passa, simplesmente, de uma manta de retalhos onde se fazem remendos atamancados, aqui, ali, e outros acolá. É preciso gritar bem alto: o declínio e a tristeza que se apanha às mãos cheias nestas ruas de solidão, sem cor, sem odor, sem brilho, são o resultado aritmético, das últimas décadas, de políticas que nunca tiveram em mente o superior interesse do seu progresso e muito menos o respeito pela história da cidade. O que esteve sempre em causa foi o marear ao sabor do vento e ao alcance de conveniências pessoais e eleitorais de políticos carreiristas. A urbe foi sempre utilizada como extensão das suas ambições desmedidas, onde primou sempre o livre arbítrio do eleito e sem ouvir as partes interessadas.
A Baixa de Coimbra é uma zona de calamidade social eminente. Em prédios a cair de podre –muitos deles propriedade da autarquia-, só por sorte não há vítimas a lamentar. É uma superfície urbana onde por de trás das fachadas decrépitas ou aparentemente consolidadas se movem vidas em apego pela sobrevivência. É uma espécie de microcosmo de seres vivos que, procurando não submergir, se entrelaçam em teias que visam somente a salvação. Tal como se escreve no princípio do texto, só se acorda quando há perigo elevado de se ser soterrado. Nesta altura, esquece-se os amigos políticos, que podem dar um jeito e não convém hostilizá-los, e pede-se a intervenção de todos os santos da terra, da imprensa escrita e falada, e do Céu para que venham todos a correr para nos salvar. Deus, Nosso Senhor, nos acuda para tanta inépcia!


A MARIAZINHA FEZ ANOS

Não haverá ninguém na Baixa que não conheça a botica da Mariazinha. Mesmo assim, e para o caso de haver algum ignorante perdido, vou explicar que o nobel estabelecimento da Mariazinha fica situado na Rua do Almoxarife. Entre outras delícias pantagruélicas, vende uma pomada milagrosa que rivaliza com o melhor placebo do mundo. Como quem diz, cura todas as doenças desde a ansiedade até às disfunções psicossomáticas. Por outras palavras, trata do corpo e da alma de todos os enfermos desta vida.
Mas eu não vim para aqui para fazer publicidade ao seu estaminé. O que me levou a escrever este arrazoado de palavras desconexas foi pelo melhor motivo. A Maria Roseiro Girão, a nossa musa encantada que, fornecendo o elixir da juventude, nos ajuda a caminhar com força nos caminhos tortuosos da existência, fez anos e, como tal, não poderia deixar passar em branco a efeméride. Portanto, em coro, gritem comigo: Parabéns, Mariazinha!


O BOM GIGANTE SOPROU UMA VELA

Do alto dos seus cerca de 1,90 de altura, o Jorge Martins faz-nos lembrar o Bom Gigante Amigo –é o personagem de um conto dedicado às crianças, de Roald Dahl. Não leu? Deixe lá! Eu também não.
Ainda que a brincar, no meio de tanta literatura que vende nos seus quiosques, na Rua da Louça e na Praça 8 de Maio, era mais que natural que o Martins se transformasse em personagem de enredo. Em boa verdade, e sem favor, o Jorge é um bom vizinho que nos acompanha por aqui, pela Baixa, há cerca de uma dúzia de anos. É uma daquelas pessoas que dá gosto ter por perto; um bom camarada, puro e leal, que nos transmite bons fluidos, positivos e energéticos.
Mas eu não vim para aqui para gabar as suas qualidades. O que me motivou a escrever mesmo foi o facto de o nosso “jornaleiro e revisteiro” diário ter feito anos. Como tal, e da praxe –afinal sou a favor da tradição-, cá fica um grande abraço, de todos os colegas da zona histórica e também dos leitores d’O Despertar, e um grito: parabéns e muitas felicidades, Jorge!


FALECEU A SENHORA GEORGINA

Durante anos e anos, a fio, em encontro de vizinhos, passou por mim nestas ruelas estreitas. Sempre que me via, com uma generosidade sem limites, parava e fazia-me uma festa prazenteira de palavras e acompanhada de um cumprimento: “olá, senhor Luís! Como é que está? E a família? Está tudo bem?”. Naturalmente, respondia com agrado à sua tão viva e marcante saudação. Talvez num egoísmo sem sentir, nunca procurei saber nada desta senhora. Nem o seu nome eu conhecia. Sabia apenas que morava numa destas ruas estreitas. Quando falava com ela apreendia o seu lado pachorrento e bom, com a mesma intensidade que se vê e ouve e recebe a mensagem de paz da água límpida a correr no riacho. Dava gosto. Era um contentamento para a alma.
Encontrei a sua foto numa comunicação de necrologia plasmada num mural. Chamava-se Georgina Nunes dos Santos, tinha 69 anos, morava na Rua das Padeiras, e foi a enterrar neste último domingo. Fica aqui a homenagem sentida à pessoa anónima, boa e gentil, que me deixou gratas recordações e passou por nós. À família enlutada, em nome da Baixa, se posso escrever assim, os nossos mais sentidos pêsames.

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INSCRIÇÃO NOS GRUPOS DE TRABALHO DO CPC PARA 2014




De acordo com a metodologia aprovada no Plenário Eleitoral de 23 de Janeiro, foram colocados a eleição quatro temas prioritários para criação de Grupos de Trabalho do Cidadãos Por Coimbra em 2014, sobre os quais se centrará a acção política do movimento durante este ano.

O resultado da votação presencial, via site e facebook (cujos resultados totais estão disponíveis no final deste texto) determinou a escolha da formação de grupos sobre Revisão do PDM,Políticas SociaisEconomia / Emprego / Casa dos Saberes eRegeneração Urbana.

A Direcção do CPC escolheu os coordenadores de cada um destes grupos (respectivamente Pedro Bingre do AmaralClara Moura LourençoFátima Carvalho e José António Bandeirinha) onde a inscrição é livre e deve ser efectuada no formulário disponível
 aqui.

Estes temas não vão esgotar a acção política do CPC para este ano, pelo que qualquer contributo (como propostas de iniciativas a desenvolver) é bem vindo e pode ser comunicado através do mail cidadaos.coimbra@gmail.com.

Obrigada!
Já é aderente do CPC? A adesão ao CIDADÃOS POR COIMBRA pode ser feita através do preenchimento do formulário disponível AQUI.