sábado, 2 de fevereiro de 2019

SIC: QUALQUER UM PODE CAIR NESTA REDE

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Durante quatro dias, com início na terça e até ontem, sexta-feira, a SIC, com uma reportagem da responsabilidade de Conceição Lino e com o título “A Rede”, “prendeu-nos” ao ecrã.
Baseado num caso real tendo por fundo as redes sociais, nomeadamente o Facebook, com uma historieta de meter num único episódio, o canal privado “amarrou” o telespectador durante quatro capítulos. No epílogo, com o desvendar da novela a deixar-nos uma amargo de boca, deu para perceber que, mais que certo, aquela narração, prolongada até à exaustão, teve por intenção “desviar” o espectador da concorrente TVI.
Para quem gosta da pequena janela virada para o mundo, dá para ver que estamos num tempo zero, em que, faltando criatividade e, por vezes, bom-senso às televisões sobretudo para pegar na cultura portuguesa, recorrendo a qualquer meio para atingir um nível elevado de audiências, tudo serve para alimentar os papalvos - como eu -, até estender a aventura para além do admissível.
Se a moda pega vamos ter redes em todos os canais para nos apanhar. E, pegando no genérico da “fábula”, qualquer um pode cair nesta rede.

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