quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O ÊXODO



"Cerca de 200 mil pessoas abandonaram o país nos últimos anos".



TEXTO RELACIONADO

UM NOVO TRAJE... NA BAIXA




 Passam 30 minutos do meio-dia. Esta é a imagem do átrio do antigo Traje, na Praça do Comércio. 
Dizer que está a 20 metros da igreja de Santiago, um templo do século XII, é coisa de somenos. 
Dizer também que este é o aspecto recorrente na Baixa de todos os dias também não será nada de novo. Porém, há uma diferença, é que estas "prendas" quando são deixadas em frente a portas de estabelecimentos abertos ao público -este está encerrado há cerca de três anos- os donos, obrigatoriamente,  limpam ou mandam limpar e a rua fica normalizada.
Dizer também que este problema, que recai implicitamente num sem eira nem beira de nome Anildo Monteiro -segundo testemunhas, viram-no pernoitar ali esta noite-, foi levado ao executivo municipal há menos de um mês. Até hoje, e apesar de na reunião pública terem sido prometidas medidas urgentes, nada foi feito. É uma vergonha? É um escândalo? Não sei! O que sei é que fica aqui a prova para quem quiser ver. Se não ligam à parte social e humanitária, façam o favor de ligar à parte estética. Ou seja, invertam os valores, e livrem a cidade deste conspurcador... que -é bom não esquecer- é alegadamente inimputável. 
É triste, é indigno o que se está a passar com este homem -porque é de um ser humano que se trata. Se fosse um cão, tenho a certeza, já teria sido levado para o canil municipal.

A "NEWELETTER" DOS BOMBEIROS...



Caros Sócios e Amigos.

Junto se remete, para conhecimento e com o pedido da mais ampla divulgação, a nossa Newsletter relativa ao mês de Outubro.

Chama-se a atenção para o resumo da actividade do nosso Corpo de Bombeiros nos nove primeiros meses do ano, que confirma a sua grande capacidade de mobilização e de intervenção o que, aliás, tem sido reconhecido e muito elogiado. Refira-se que neste ano os Bombeiros Voluntários de Coimbra já tiveram 27 saídas para fora do Concelho de Coimbra, algumas para bem longe no Norte do País, o que dignifica e engrandece Coimbra como terra solidária, disponível para ajudar nos momento difíceis. 

Cumpre, ainda, agradecer a colaboração na nossa Newsletter do Sr. Presidente do Sindicato dos Bancários do Centro Dr. Carlos Silva, que, obviamente, muito nos honra.

Apelamos a todos para que visitem a Feira Nacional de Voluntariado que vai ter lugar nos próximos dias 28 e 29, no Centro Comercial Dolce Vita,
integrada no Ano Europeu do Voluntariado e na qual estaremos presentes.

Um reconhecimento final à empresa Pantone4 - Estrada de Coselhas, lt 32/33 - Coimbra, pela preciosa colaboração que tem dado na elaboração das nossas Newsletters.

Cumprimentos amigos,
João Silva
Presidente da Direcção

PARA TOMAR EM PEQUENOS TRAGOS...

(IMAGEM DA WEB)

SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.

A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou!

SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade,
 ex-Administrador do Montepio Geral, de onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de várias reformasque tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP.

Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha política do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos docentrão.

Entretanto, o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num país com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para níveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nível da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competitividade da economia portuguesa. Claro que, para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar (desde que não congelem o dele, claro).
Estes senhores não têm vergonha na cara? E foi este artista que há um ano disse na RTP1 que os ordenados portugueses estavam 20% acima do que deveriam estar!!!!! Os dele estão seguramente 1000 ou 5000% acima da média!!! VIVA LUSITANIA!

(RECEBIDO POR E-MAIL)

UM "C" A MAIS...



"Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o C na pretensão de me ensinar a nova grafia.
 
 De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando asconsoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa.
 
Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.
 
 São muitos anos de convívio. 
 
Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC,s e PPP,s me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância.
 
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim!
 
Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. 
 
E agora as palavras já nem parecem as mesmas.
 
O que é ser proativo? 
 
Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atoresatuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.

Depois há os intrusos, sobretudo o 
R, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. 
 
Caíram hifenes e entraram RRR,s que andavam errantes. 
 
É uma união de facto, e  para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.
 
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE,s passaram a ser gémeos, nenhum usa ( ^^^) chapéu.
 
E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo para teremprivilégios; assim, temos  janeiro, fevereiro, março, são tão importantes comopeixe, flor, avião. 
 
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.As palavras transformam-nos.
 
Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. 
 
Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me faça perder a direção, nem me fracione, e  nem quero tropeçar em algum objeto.
 
Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um C a atrapalhar.


 
Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a escrita, se a LÍNGUA 
É NOSSA ...? ! ? ! ? "

(RECEBIDO POR E-MAIL)