segunda-feira, 3 de agosto de 2015

UM COMENTÁRIO RECEBIDO SOBRE...





José Augusto Fernandes Gomes deixou um novo comentário na sua mensagem "ROCK IN RIO EM COIMBRA?! E POR QUE NÃO?":


É uma boa ideia. Apesar da queixa dos barulhos do Queimódrmo e do lixo que fazem não se deve condenar uma ideia por que é mal realizada. Estes festivais acolhem muita gente nova e era uma maneira de manter viva Coimbra no Verão. Boa malha Alex.

sábado, 1 de agosto de 2015

PETIÇÃO PARA QUE A CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA MELHORE A ENTRADA DE SANTA CLARA




Petição para que a CMC melhore a entrada de Santa Clara

Para: Câmara Municipal de Coimbra

Quem passa a ponte de Santa Clara para a margem esquerda encontra o amontoado de carros na Praça das Cortes. O que retira a vontade aos turistas ou visitantes de continuarem a ver o que de belo tem Coimbra (do outro lado da ponte de Santa Clara).
Pedimos assim que seja feito algo por forma a melhorar a Praça das Cortes, e que essa solução seja dada a conhecer antecipadamente aos interessados.
Agradecemos a sua participação,

APAEME (Associação Para o Apoio ao Empreendorismo da Margem Esquerda)

UM COMENTÁRIO RECEBIDO SOBRE...





João Neto deixou um novo comentário na sua mensagem "ROCK IN RIO EM COIMBRA?! E POR QUE NÃO?":


Estou contigo!
Partilho totalmente a tua opinião e subscrevo desde já a criação de um grupo de trabalho para desenvolver este tema.


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NOTA DO EDITOR

Bora lá! Só uma ressalva: o texto, embora composto por mim, é da autoria de Alex Ramos e conforme o indicativo no cabeçalho. 

PENSAMENTO DO DIA (5)




A ingratidão é uma forma de fraqueza? Ou, pelo contrário, é a coragem mascarada na frouxidão? Pode um homem arrogar-se de valor e ser ingrato? Poderemos esquecer alguém que, num momento de extrema aflição quando parecíamos sucumbir, nos deu a mão? Poderemos olvidar quem connosco caminhou, lado-a-lado, na estrada da vida mesmo que a chama do amor se tivesse apagado? Enquanto filhos, poderemos ser desagradecidos para os nossos pais, sobretudo, quando eles fizeram tudo, esforçadamente, para nos dar o melhor que sabiam e podiam?
Para todas estas situações, naturalmente, se pode afirmar “sim”! Mas se levarmos em conta que a ingratidão, enquanto sentimento redutor e negativo da humanidade, gera desventura talvez se entenda, por isso mesmo, que os infelizes sãos os maiores praticantes.

SÃO CITAÇÕES, SENHORES...




ROCK IN RIO EM COIMBRA?! E POR QUE NÃO?





Por Alex Ramos


Em Portugal os grandes eventos de verão restringem-se a três áreas geográficas: Lisboa, Porto e Algarve. Tirando um ou outro local mítico no país, por exemplo, em Paredes de Coura, como o Meo Sudoeste, tudo fica limitado e o restante território transforma-se num deserto musical de festas e festinhas para turista ver. É certo que há a Expofacic, em Cantanhede, mas, como se sabe, não se trata de um festival mas de uma feira onde, por acaso, tem  um bom palco central e outros menores em volta onde vão alguns nomes sonantes da música portuguesa e mundial.
Coimbra, quer se queira quer não, devido à Universidade ser o motor económico da cidade, desenvolve dois pólos de turismo direccionados para dois mercados riquíssimos mas não os aproveita na totalidade. Um, interno, é ocupado pelos estudantes em trânsito, que dão vida à urbe, e outro, externo, pelos turistas que nos visitam diariamente, no verão e no inverno.
Estando a urbe focada quase todo o ano em torno dos jovens, universitários e outros, não se faz nada para os cativar e para os manter cá durante o verão. Só para exemplificar, na Figueira da Foz faz-se, desde há uns anos para cá, dois festivais: o “Summit Sunset” e outro festival de rock. Temos infra-estruturas, por que não as usar? Porque não fazer da Lusa Atenas um “NOS ALIVE”, no género do que se realiza no Passeio Marítimo de Algés? Passo a explicar melhor: na margem esquerda, temos o Estádio Universitário algo abandonado, ou pelo menos sub-aproveitado tendo em conta a sua excepcional localização. Ao lado, temos a “Praça da Canção” e como vizinho a área envolvente do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. No lado oposto, temos aquela zona verde imensa, o Parque Verde do Mondego, acompanhada de um lençol de água espectacular. Para contribuir, junto, possuímos estacionamentos para dar e vender.
Então interrogo: o que faz falta? Vontade? Até temos um palco enorme no Choupalinho, na “Praça da Canção”. O que é preciso fazer para termos lá grandes nomes ligados à música electrónica ou ligeira, como  avicii  armin, van burren, tiesto, guetta hardwell. Não faltam possibilidades de escolha. O festival poderia decorrer nos três últimos dias de um qualquer fim-de-semana de Agosto
A Baixa, na Praça do Comércio, entre outras, poderia participar com palcos para discoteca rave, como se fez na passagem de fim-de-ano. A zona histórica, nestes dias, ganharia uma nova vida, sobretudo para a hotelaria e, se calhar, o comércio também. O último festival “Sunset”, da Figueira da Foz, teve mais de 80 mil pessoas. Consegue-se imaginar estes milhares a consumir por cá?
Seguindo o exemplo de Cantanhede, se calhar, a bem do interesse maior da cidade, a Câmara Municipal de Coimbra deveria ser parceiro activo e envolver-se neste evento. Temos tudo para podermos ser um palco do mundo. Temos duas margens de um rio único, temos o essencial, somos Património Mundial, o que falta?
Acredito que às vezes uma ideia pode revolucionar tudo o que conhecemos. Vamos pensar nisto?







UMA FAMÍLIA TALENTOSA





IMAGEM E EDIÇÃO: ALEX RAMOS
LOCUÇÃO E REALIZAÇÃO: LUÍS FERNANDES



OS MEIRELES, pai e filho, são gigantes da música coimbrã. São nossos, são de Coimbra. Por enquanto, e de vez em quando, podem ser vistos nas ruas da calçada. Somos uns citadinos com muita sorte. Apreciemos agora, quase sem custo financeiro. Um dia, não muito longe deste Agosto de 2015, quem quiser ver ao vivo e a cores vai ter de pagar muito bem.