sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ESTARÃO A BRINCAR COM A NOSSA SAÚDE?






PERCA 3 MINUTOS PARA OUVIR ESTE VÍDEO E LER AS LEGENDAS. QUE HÁ BRUXAS EU SEI...

UM COMENTÁRIO RECEBIDO SOBRE (UM CARTAZ NA...)




Jorge Neves deixou um novo comentário na sua mensagem "UM CARTAZ NA FREGUESIA":
A equipa de independentes do Bloco de Esquerda que concorre à Freguesia de São Bartolomeu pretende ter um projecto dinâmico, coeso e real, que luta por um futuro mais solidário, mais reflexivo, activo e de igualdade.Um projecto construído por todos e para todos! Neste projecto cada pessoa (residente, comerciante, empregado de comercio, estudante e visitante) tem o seu papel, a sua importância, a sua identidade e a sua responsabilidade.Apostamos numa troca de ideias constante, numa energia infinita, na promoção do que temos de melhor para oferecer, na actualização e aquisição de conhecimentos, na realização de actividades que demonstrem o quanto a nossa freguesia é unida e energética.A nossa equipa é jovem, forte, unida e está bastante motivada. Somos uma equipa que tem a noção que o empenho, a dedicação e a actividade de todos, são fundamentais para o desenvolvimento sustentável e uma melhoria da qualidade vida no Centro Histórico e em particular na nossa Freguesia.

UM COMENTÁRIO RECEBIDO (SOBRE ÁLVARO SECO...)


Carlos Clemente deixou um novo comentário na sua mensagem "ÁLVARO SECO OFERECE ALMOÇO AOS INDIGENTES DA BAIXA...":
Contra-informação, não tem razão no que escreve. Informo que nunca chamei a Policia Municipal para qualquer acção a não ser para os abusadores no estacionamento na Praça do Comércio. Mais lhe digo, que os moradores, possuem cartão de estacionamento e não utilizam o espaço que lhes está destinado, porque os mesmos se encontram ocupados por quem não devia. Sinceramente a sua afirmação só poderá vir de quem não conhece a realidade e aproveita a época eleitoral para escrever.Mas também lhe posso dizer, que um ilustre comerciante da Praça do Comércio escreveu para a Junta de Freguesia e Policia Municipal, solicitando a sua intervenção para retirar as viaturas. Francamente não acha um atentado a Coimbra a Praça do Comércio estar transformada em Parque de estacionamento?Como vê, nada tem haver com politica, mas sim com a defesa da minha e sua Baixa.Estarei ao seu dispôr para o ajudar e receber da sua parte contributos não politicos, mas sim contributos para nossa Baixa.
Obrigado
Carlos Clemente

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MAIA SECO ALMOÇOU COM OS COMERCIANTES (2)





O restaurante Paço do Conde, na Baixa da cidade, é já uma espécie de catedral pantagruélica ao serviço dos candidatos à Câmara de Coimbra.
Talvez pela sua posição privilegiada, bem no coração do fervilhar do centro histórico, a verdade é que desde há várias décadas que todos os candidatos em campanha eleitoral, quando querem falar com os comerciantes, passam ali a sua mensagem.
Depois de Pina Prata há dias, hoje calhou a vez de Álvaro Maia Seco, concorrente à autarquia de Coimbra pelo Partido Socialista, ali tomar o pulso aos operadores do comércio. Com uma sala praticamente repleta de comerciantes, empregados e outros simpatizantes –o repasto foi oferecido- o candidato foi interpelado por Armindo Gaspar, presidente da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra (APBC) e Arménio Pratas, presidente do sector comercial da ACIC, Associação Comercial e Industrial de Coimbra.
Em jeito de apelo, começou por intervir Armindo Gaspar dizendo que “se não se fizer alguma coisa, uma intervenção muito forte, os comerciantes não têm condições de subsistir -claro que é preciso que haja boa vontade por parte dos comerciantes, abrindo ao Sábado, mudando os horários, e sobretudo comparticipando no esforço que alguns de nós faz, por amor à camisola”, perorou o presidente da APBC.
Continuou Armindo a interrogar o candidato do PS, “é preciso intervir na mendicidade; na venda ambulante; na segurança; na limpeza das ruas; é preciso criar uma “via-verde” para o comércio, para que tudo seja tratado com celeridade; há necessidade de articulação de todas as entidades, não pode continuar cada serviço a decidir à revelia de outros, às vezes a serem marcados eventos para o mesmo dia e para a mesma hora”, questionou Armindo Gaspar.
Arménio Pratas, dirigindo-se a Álvaro Seco, começou por salientar que estava ali como comerciante e não como dirigente associativo. Depois passou às interrogações: “qual a posição em relação às grandes áreas comerciais? E, por exemplo, o Mercado Municipal, que é a loja-âncora da Baixa? E em relação aos toldos? Posso contar-lhe um caso da Rua da Sofia de um comerciante que foi à Câmara Municipal para pedir licenciamento para um toldo. Deslocou-se uma engenheira ao estabelecimento e, perante a fachada da loja, disse que queria “assim, assado e cozido” e o comerciante tudo fez, instalou o toldo e foi à autarquia. Foi atendido por outra técnica, que, perante o trabalho apresentado, disse textualmente: “eu não gosto disto!”. De pouco valeu ao comerciante argumentar que o que tinha sido feito tinha sido sob a vontade da engenheira “tal”. Responde esta nova técnica: “essa senhora já não trabalha cá. Portanto quem manda sou eu!”, contou Arménio Pratas no almoço.
Continua o presidente do sector de comércio da ACIC, “se for eleito, vai ter coragem para dizer aos técnicos camarários “quem manda sou eu?”. É que, neste momento, na autarquia, quem manda são os técnicos. Qual a sua posição em relação à gestão dos parques empresariais? E o trânsito na Baixa?”, interrogações de Arménio Pratas.
Responde Álvaro Seco aos dois representantes do comércio: “podem contar comigo, com toda a frontalidade; com grande exigência. Não contem comigo com demasiadas facilidades. Nós estamos aqui para ajudar” –esta frase foi repetida várias vezes.
Continua o candidato do PS, “a Baixa tem três problemas: a desertificação, o apoio ao comércio tradicional e a requalificação do edificado. É o que ratifico no programa que está à vossa frente.
Em relação aos técnicos, há regras de boas práticas. O que não podem é demorar anos a aprovar os projectos. Ou sim ou não, mas em tempo útil.
O Metro é um instrumento importante para a Baixa. Vamos trabalhar para melhorar as acessibilidades à Baixa. É preciso clarificar e saber o que se quer. Parece-me que até há pouco só haviam duas pessoas que queriam o Metro: uma era secretária de Estado dos transportes e eu.
É preciso animação para as ruas principais. Sou a favor de uma cidade compacta, com uma zona de equipamentos e comércio na Baixa. Aquela frente do rio, onde vai passar o Metro, vai ser um bom exemplo”, respondeu Álvaro Maia Seco.
No fim interroguei os dois líderes associativos, sobre o que lhe pareceram as respostas do candidato do PS. Respondeu Armindo Gaspar: “pareceu-me preocupado. O nosso trabalho aqui é chamar a atenção dos problemas. Pareceu-me que não se quis comprometer. Ficamos a aguardar, na expectativa”.
Já Arménio Pratas foi mais sucinto: “pareceu-me que sabe ouvir. É um candidato político, agente sabe como é, não querem falar muito. Fico na expectativa”.



MAIA SECO ALMOÇOU COM OS COMERCIANTES (1)






Cerca de 50 comerciantes estiveram presentes no almoço com o candidato à Câmara de Coimbra, Álvaro Maia Seco, no Restaurante Paço do Conde no coração do centro histórico.
Acompanhado, à direita pelo antigo vereador de Manuel Machado, Jorge Lemos e Ferreira Nunes e à esquerda por Carlos Clemente e Fernanda Maças, actual vereadora do Partido Socialista na autarquia, o candidato, sem se comprometer muito lá foi respondendo às questões formuladas pelos representantes do comércio e outros comerciantes presentes.
Quem transpunha a entrada da sala, praticamente repleta, do restaurante viu bem a organização ao pormenor. No canto esquerdo um grande outdoor com o rosto do candidato, acompanhado da mensagem “Coimbra, ambicionar, planear, fazer” e um pequeno pódio com a mensagem “Álvaro Seco, Coimbra com ambição”, seguida do “logos” do PS.
Os convidados eram recebidos por Carlos Clemente, que aliás, foi ele que convidou os comerciantes a estarem presentes. Pela forma como o actual presidente da junta de São Bartolomeu se movimenta à volta de Álvaro Seco, e, para mais, aparecendo sentado à sua esquerda, tudo indica que se o candidato do PS ganhar a autarquia, Clemente, embora independente, irá subir na hierarquia socialista. Por lá, a supervisionar, Carlos Cidade, outrora vice de Machado e, agora, pelos vistos, também pronto a ocupar uma cadeira no pódio do poder rosa.
Depois do candidato Álvaro Seco cumprimentar com aperto de mão, um a um, todas as pessoas presentes no repasto, deu-se então início à refeição, que, por sinal, muito bem servida. Depois, até à 15H10, foi uma pequena interpelação com perguntas e respostas.
Foi notório, na forma de as pessoas se dirigirem e interrogarem o candidato sobre problemas sobre a Baixa, que todos o consideram um provável próximo presidente da Câmara de Coimbra.
Esse peso introspectivo, que se sente sem se ver, notou-se também por parte da imprensa. Por parte da Lusa estiveram presentes dois jornalistas, o Casimiro Simões e o Paulo Novais. Por parte do semanário Campeão das Províncias este presente o Luís Santos.
Apenas como dado comparativo, saliento que há dias, no mesmo restaurante, num almoço também para comerciantes promovido pelo candidato independente Pina Prata, não esteve presente nenhum órgão informativo. Se o facto deste repasto ter tido um custo de 15 euros poder explicar a não comparência dos homens de comércio, já não explica o desinteresse dos meios de informação. Apenas refiro este facto como um dado.

UM CARTAZ NA FREGUESIA

(CLIQUE EM CIMA PARA AMPLIAR)


Segundo o candidato pelo Bloco de Esquerda à junta de freguesia de São Bartolomeu, Jorge Neves, este é o primeiro cartaz de outros que serão apresentados, durante a campanha eleitoral, aos eleitores nesta freguesia do centro histórico.
Aproveito esta publicação de hoje para disponibilizar este humilde espaço a outras candidaturas. Sempre que entendam ser necessário para algo de relevante na divulgação, na prossecussão do interesse público, e no engrandecimento do debate político, façam o favor de me contactar pessoalmente ou para o e-mail
choupalapa@sapo.pt.
É meu entendimento que todos são necessários, através de ideias, na construção do seu sítio, lugar, cidade, para um amanhã melhor. E será através da política activa que se atinge esse objectivo. Será através deste meio que se chegará a essa meta. Cedo os meus préstimos para isso, obviamente, sem vestir a camisola de nenhum em particular, mas agindo com imparcialidade e independência no interesse de todos, sem privilegiar o interesse particular de algum em especial. Seja ele quem for. A todos ofereço a minha amizade.
Um abraço a todos e boa sorte.

NOTÍCIA JN





“Como somos portugueses, salve-se quem puder!”

2009-09-29

Anabela Cartaxo

Não tenho fotos, nem vídeos mas gostava de partilhar mais uma situação, no mínimo, caricata sobre o funcionamento do País em que vivemos.
Numa altura em que o desemprego atinge recordes históricos entre pessoas com e sem qualificações, em que o nosso governo “promove”, ou diz promover, incentivos à criação do próprio emprego, acontece o inédito.
O meu marido, desempregado de longa duração (leia-se superior a 3 anos), licenciado, decide criar o seu próprio emprego. Um negócio pequeno, que cria apenas 2 postos de trabalho, mas que não deixa de ser um negócio.
Qual não é o seu espanto, quando, na qualidade de desempregado de longa duração, se dirige à Segurança Social para entregar um requerimento para isenção de pagamento de taxa social única durante 3 anos (ao abrigo do disposto nas MEDIDAS EXCEPCIONAIS DE APOIO AO EMPREGO E À CONTRATAÇÃO PARA O ANO DE 2009 - Portaria n.º 130/2009, de 30 de Janeiro e Declaração de Rectificação n.º 13/2009, de 10 de Fevereiro), e é informado que na qualidade de sócio-gerente não tem direito a nada.
Esta situação é, no mínimo, hilariante. Se fossemos chineses teríamos 5 anos de isenção de IRC, se fossemos ciganos teríamos não sei quantos subsídios, se fossemos dos países de Leste teríamos mais não sei quantas benesses, mas como infelizmente somos portugueses, salve-se quem puder!
Não tenho mais comentários sobre este assunto, e não sei se hei-de rir ou chorar…