quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
MAIS 50 ANOS À ESPERA

Segundo o Diário de Coimbra, "O Estado põe em causa investimento para obras da Baixa de Coimbra."
A AVENIDA DE SANTA ENGRÁCIA
Andava o Craveiro muito contente,
finalmente parecia desencalhar a SRU,
avançavam obras saindo do presente,
eis que o Estado dá um pontapé no cu,
nas obras mui enguiçadas, obviamente,
o Estado não maltrata ninguém por tu,
pode suspender uma obra cinicamente,
mas é sempre por questões de menu,
de oportunidade, ou de expediente,
não se pense que não gosta do guru,
sei lá, por ser Craveiro o presidente,
por ser do PSD, ou se fosse da CDU,
nada disso, não há dinheiro, aguente,
mantenha o buraco como se fosse um cu,
cheira mal? Conspurca o ambiente?
Ora, ora, tantos escombros, até na ONU,
que mal tem ficar mais este tão apodrente?
Até fica giro no meio da Baixa ficar nu,
pode parecer um pouco inconsequente,
mas passa a ser simplesmente um tabu,
nunca alguém acreditou verdadeiramente,
a Avenida Central foi sempre de Belzebu,
uma espécie de puta, rainha de adolescente,
todos em seu nome se aproveitaram do caju,
irá continuar a ser uma cratera degenerescente,
como frases soltas que se apanham no Sudoku,
num qualquer dia, Deus há-de ser benevolente,
é preciso ter paciência e não ser como canguru,
andar aos saltos, rir e a fazer cócegas à gente,
não é nada pessoal contra o Craveiro manchu,
não há é pilim, sofra Coimbra, fique assente,
é apenas o que é… um buraco que parece um cu.
CRISE NA MENDICÂNCIA

Hoje à hora do almoço, na Rua Visconde da Luz, encontrei este nosso conhecido pedinte destas ruas da Baixa. Talvez seja porque gosto de olhar para tudo e todos que sejam diferentes, mas volta e meia lá lhe apanho uma tiradas de marketing fantásticas. Já contei aqui uma.
É normal apanhá-lo a falar sozinho... ou se calhar para os seus botões. Hoje, como já é hábito, mentalmente gravei mais um seu desabafo que me fez sorrir de orelha a orelha. Exclamava ele, alto e bom som: "fosca-se! Está aqui uma pessoa há duas horas para ganhar 5 euros? Vou-me mas é embora! Sou algum palhaço que estou para aqui, ó quê? Porra, se eu até peço o mínimo... um cêntimo?! Puta que pariu a crise!?"
É normal apanhá-lo a falar sozinho... ou se calhar para os seus botões. Hoje, como já é hábito, mentalmente gravei mais um seu desabafo que me fez sorrir de orelha a orelha. Exclamava ele, alto e bom som: "fosca-se! Está aqui uma pessoa há duas horas para ganhar 5 euros? Vou-me mas é embora! Sou algum palhaço que estou para aqui, ó quê? Porra, se eu até peço o mínimo... um cêntimo?! Puta que pariu a crise!?"
UMA PROPOSTA DE INQUÉRITO
Ontem, na sede da APBC, Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, por parte do grupo de trabalho liderado por Sérgio Reis, foi apresentado este modelo para inquérito aos comerciantes:
INQUÉRITO ÀS LOJAS DA BAIXA
Agradecemos desde já a sua colaboração no preenchimento deste inquérito, que irá permitir a todas as lojas melhorar os seus resultados e satisfazer melhor os consumidores.
Tipo de Negócio:________________________________
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Devido ao aumento da oferta, ao alargamento dos horários de funcionamento e devido à alteração dos horários de trabalho dos consumidores, existe a necessidade das lojas da Baixa se adaptarem a esta nova realidade. Mas, devido aos diversos problemas que existem com a gestão dos recursos humanos (por vezes as lojas têm um único funcionário ou funcionários que têm contratos de trabalho limitativos em termos de flexibilidade do horário de trabalho), é necessário conseguir um horário de funcionamento, que permita satisfazer melhor os consumidores. Mas que, em simultâneo, permita ter a esmagadora maioria das lojas abertas. Para que se possa promover os novos horários de funcionamento junto de todos os consumidores e das formas mais eficazes, em toda a região influenciada pelo comércio da Baixa (outdoors, folhetos entregues porta a porta e informação em todas as lojas).
Horário de Funcionamento que a loja pratica actualmente:______________________________
Qual ou quais os horários de funcionamento que a sua loja pode praticar, tendo em atenção as suas limitações de recursos humanos e o horário que considera, através da sua experiência, mais benéfico para os consumidores (pode assinalar mais do que um horário):
- 9h00 às 19h00, de segunda a sábado, sem interregno para almoço □
- 9h00 às 20h00, de segunda a sábado, sem interregno para almoço □
- 10h00 às 20h00, de segunda a sábado, sem interregno para almoço □
- Abrir à 5ª feira até às 21h00 (dia por excelência para os estudantes saírem à noite) □
- 9h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00 de segunda a sexta. E das 9h00 às 13h00 ao sábado □
- Manter o horário actual □
- Outro horário:_______________________________ □
ESTACIONAMENTO GRÁTIS PARA CLIENTES
Um dos argumentos mais usados pelos consumidores para não virem fazer compras à Baixa, deve-se ao facto de terem de pagar estacionamento. Mediante isto em relação ao estacionamento com parquímetros, já se conseguiu junto da Câmara Municipal o estacionamento grátis aos sábados, mas estamos a tentar que a partir das 17h00, durante a semana, também não seja pago. Mas mantêm-se os parques de estacionamento subterrâneos privados, que acabam por ter um peso importante nos lugares de estacionamento disponíveis.
Estará receptivo para oferecer 1h00 de estacionamento grátis aos seus clientes que façam uma compra superior a 20,00 Euros, tendo que suportar um custo de 0,50 Euros? Valor esse a entregar ao parque de estacionamento subterrâneo privado, onde o cliente tiver o veículo estacionado? Para que se possa promover esta oferta junto de todos os consumidores e das formas mais eficazes, em toda a região influenciada pelo comércio da Baixa (outdoors, folhetos entregues porta a porta e informação em todas as lojas)
SIM □ NÃO □
Obrigado pela sua ajuda. Consigo vamos melhorar o nosso comércio da Baixa.
ONTEM HOUVE UMA REUNIÃO ENTRE SÉRGIO REIS E A APBC
Como contei aqui, atempadamente, a pedido de Sérgio Reis, no dia 16 deste mês de Abril reuniu no hotel Oslo um grupo de comerciantes. Como escrevi foi importante, sobretudo, para agitar e trazer mais uma vez ao de cimo os imensos problemas que o comércio tradicional está a viver. Infelizmente, não por falta de determinação do Sérgio nem pela não comparência das instituições com responsabilidade directa neste sector, como já vem sendo hábito, os comerciantes, tal-qualmente como noutras vezes, alhearam-se desta discussão. De um universo de 500 estabelecimentos que laboram na Baixa compareceram cerca de quatro dezenas de profissionais no hotel Oslo.
Deste debate, onde esteve presente o vereador da Câmara Municipal de Coimbra, João Orvalho, entre muitas ideias, ficou assente que o Sérgio Reis, acompanhado de alguns voluntários presentes, iriam apresentar à APBC, Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, um trabalho final sobre o que lá se passou, trabalhando de acordo e no mesmo sentido da agência, para, todos juntos, se tentar sensibilizar o executivo camarário. Saliento mais uma vez que João Orvalho fez questão de tomar nota de tudo e, em discurso final, disponibilizou-se a levar ao executivo, de que faz parte, todos os pontos dignos de nota e, pessoalmente, empenhar-se de alma e coração na revitalização do tecido comercial da Baixa.
Alguns pontos que foram discutidos no Oslo e a serem apresentados à APBC:
-O licenciamento da abertura das grandes superfícies ao domingo todo o dia;
-A reposição de transportes colectivos e táxis na Rua Visconde da Luz e Ferreira Borges;
-A alteração dos horários comerciais no Centro Histórico e a premente necessidade de abrir de segunda-feira a sábado até às 21h00 e abrir portas à hora do almoço;
-A iluminação públicas nas ruas;
-As obras na via pública e a obrigatoriedade de ser levado conhecimento aos comerciantes com prazos de início e finalização.
O ENCONTRO ENTRE O GRUPO DE SÉRGIO REIS E A APBC
Ontem, cerca das 20h00, na sede da APBC, no Arnado, reuniram o mentor Sérgio Reis, o João Braga, dos estabelecimentos “Zig-Zag”, o Luís Filipe, da “Loja das Meias”, e o Amadeu Carvalho, da “Farmácia Vilaça”.
Por parte da agência estiveram presente o Armindo Gaspar e o Arménio Pratas.
Durante cerca de duas horas discutiram-se os prós e contras e acertou-se que se pediria uma audiência na Câmara Municipal de Coimbra.
Eis o documento apresentado pelo grupo de trabalho ontem na APBC:
SOLUÇÕES SAÍDAS DO ENCONTRO/DEBATE DOS COMERCIANTES DA BAIXA DE COIMBRA EM 16 DE ABRIL DE 2011
Este encontro teve como objectivo encontrar soluções de fácil implementação e com reduzidos custos, para os diversos problemas que afectam o Comércio da Baixa de Coimbra, ao nível de conseguir manter e atrair mais consumidores.
Mas também porque somente se consegue recuperar a Baixa de Coimbra, a nível imobiliário e social com a ajuda dos comerciantes e com a sua participação activa, nas soluções.
No seguimento das diversas intervenções no encontro/debate, cumpre-nos apresentar as soluções duma forma compilada. Sendo elas:
1. Como se tem verificado, há uma perca acentuada de consumidores e de moradores nas ruas da Baixa que não têm transportes, ao contrário de outras ruas da Baixa que devido a terem transportes se vão mantendo animadas comercialmente. E também pela manifestação de desagrado dos próprios consumidores, pela falta de transportes. É necessário trazer novos consumidores, consumidores que deixaram de vir há anos, novos moradores, negócios que deixaram de estar (consultórios médicos) e novos negócios.
2.
É necessário recolocar entre a Portagem e a Praça 8 de Maio, transportes públicos dos SMTUC, táxis e transportes privados, da seguinte forma:
· Colocação de autocarro dos SMTUC mais pequeno (antigo autocarro utilizado na ECOVIA), porque nesta fase não será fácil colocar os autocarros maiores, devido à largura das rampas da Praça 8 de Maio. Com circulação permanente durante todo o dia. Com a informação nos autocarros de “BAIXA”. Com 3 paragens somente com sinalização vertical (Portagem – Fundo Rua Corpo de Deus – Praça 8 de Maio). A fazer os circuitos Portagem – Praça 8 de Maio – Rua da Sofia – Rua Fernão Magalhães (passando por todos os serviços públicos) – Avenida Navarro – Portagem, Portagem – Praça 8 de Maio – Avenida Sá da Bandeira – Celas – Hospitais Universidade Coimbra – Celas – Avenida Sá da Bandeira – Rua Sofia – Avenida Fernão Magalhães – Avenida Navarro – Portagem e Portagem – Praça 8 de Maio – Avenida Sá da Bandeira – Universidade de Coimbra – Solum – Pólo II da Universidade de Coimbra – Rua do Brasil – Portagem.
· Permissão de circulação de táxis a qualquer hora, no sentido Portagem – Praça 8 de Maio.
· Permissão de circulação de quaisquer de transportes privados das 21,00h, às 7,00h, no sentido Portagem – Praça 8 de Maio.
3. A colocação das paragens de transportes públicos dos SMTUC nas ruas circundantes à Baixa, como estão actualmente não permitem que existam paragens a uma distância minimamente aceitável. Fazendo com que os consumidores e os moradores sejam afastados da Baixa.
4. É necessário colocar paragens de transportes públicos dos SMTUC, no sentido Avenida Navarro – Avenida Fernão Magalhães e da seguinte forma:
· Colocação de paragem somente com sinalização vertical, em frente ao Hotel Oslo.
5. Os comerciantes sempre estiveram e estão com a nossa cidade e com as suas festas e celebrações.
O comércio da Baixa quer participar nas comemorações dos 900 anos do Foral da Cidade, no dia 26 de Maio, da seguinte forma:
· Abertura do comércio até às 21h00.
· Publicitação da abertura do comércio e animação das ruas da Baixa por parte da APBC.
Analisar no final, junto dos comerciantes de qual a receptividade dos consumidores. Para que se possa instituir pelo menos uma 5ª feira por mês, a abertura do comércio até às 21h00. Já que a nossa cidade às 5ª feiras à noite tem muitos consumidores na rua.
6. Devido ao aumento da oferta, ao alargamento dos horários de funcionamento e devido à alteração dos horários de trabalho dos consumidores, existe a necessidade das lojas da Baixa se adaptarem a esta nova realidade. Mas, devido aos diversos problemas que existem com a gestão dos recursos humanos (por vezes as lojas têm um único funcionário ou funcionários que têm contratos de trabalho limitativos em termos de flexibilidade do horário de trabalho), é necessário conseguir um horário de funcionamento, que permita satisfazer melhor os consumidores. Mas que, em simultâneo, permita ter a esmagadora maioria das lojas abertas.
É necessário fazer um inquérito a todas as lojas da Baixa, sobre qual o horário de funcionamento, da seguinte forma:
· A APBC distribuir uma inquirição em todas as lojas da Baixa, sobre o horário de funcionamento que a loja pode praticar, tendo em atenção as suas limitações de recursos humanos e o horário que considera, através da sua experiência, mais benéfico para os consumidores.
· Compilar o resultado da sindicância e verificar qual o horário que permita a abertura do maior número de lojas
· Publicitação, por parte da APBC, dos novos horários de funcionamento, junto de todos os consumidores e das formas mais eficazes, em toda a região influenciada pelo comércio da Baixa (outdoors, folhetos entregues porta a porta e informação em todas as lojas)
7. Um dos argumentos mais usados pelos consumidores para não virem fazer compras à Baixa, deve-se ao facto de terem de pagar estacionamento. Como a partir das 17h00, os transportes privados que vêm à Baixa, vêm somente para fazer compras, ou porque moram nesta zona. Fazendo com que a perda de receitas com o estacionamento seja ganho com o aumento do volume de facturação das lojas.
É necessário que o pagamento nos locais de estacionamento com parquímetros seja somente das 08 às 17h00, de Segunda a Sexta-feira.
8. A fraca iluminação nocturna da Baixa tem feito com que os consumidores a partir duma certa hora tenham medo de andar no Centro Histórico. E tem permitido que surja alguma marginalidade que intimida e que tem atentado contra o património principalmente dos comerciantes. A Câmara Municipal de Coimbra já apresentou publicamente um concurso internacional para a resolução do problema no máximo daqui a 3 anos.
Mas até lá é necessário proceder à limpeza dos candeeiros públicos e à substituição das lâmpadas danificadas dos mesmos.
9. Os comerciantes são os melhores conhecedores da Baixa e das suas necessidades. E pelas intervenções feitas no encontro/debate, existem intervenções que são necessárias fazer, mas sobre as quais não foi possível alcançar consenso (devido à diversidade de opiniões). Também porque a Câmara Municipal de Coimbra tem intervenções em fase de estudo sobre locais da Baixa, e é necessário os comerciantes ficarem a saber com antecedência que intervenções vão ser feitas para se poderem preparar para as mudanças.
É necessário realizar encontros/debate entre comerciantes e técnicos, promovidos pela APBC, sobre intervenções de fundo em locais da Baixa. Sendo eles:
· A Praça do Comércio
· O Terreiro da Erva
· A reabilitação e rentabilização dos imóveis da Baixa
· A atracção de turistas para hotelaria, restauração e comércio
· A margem esquerda do rio Mondego, junto ao Estádio Universitário
Coimbra, 26 de Abril de 2011
O Grupo de Trabalho
segunda-feira, 25 de abril de 2011
UM COMENTÁRIO RECEBIDO (SOBRE...)
(IMAGEM DA WEB)
Pe. Humberto deixou um novo comentário na sua mensagem "FELIZ PÁSCOA PARA TODOS":
Caro amigo, obrigado por partilhar este texto excelente. É verdade que nós portugueses, pessimistas por natureza, só sabemos dizer mal e à primeira aflição, valha-nos Deus e até o Diabo se é que ele possa ajudar! Várias vezes afirmo, sem ser jocoso com os fiéis, que poderemos ainda ter de fazer uma panela de sopa entre famílias para matar a fome... espero que isso não aconteça, mas algo me diz que sim. Lá está o pessimismo a funcionar. Num país de doutores, engenheiros, professores e sei lá mais o quê... vivemos a autêntica anedota europeia, em que viva o tacho, os compadrios e as cunhas, em que se dá pão e circo. Bastante circo para distrair o cidadão e o essencial fica por pesar. Onde pára o básico? Onde pára a sobrevivência dos cidadãos deste país? Onde está a nossa produção alimentar? Querem fome... deixem andar! Ninguém quer como este texto bem afirma sujar as mãos, porque temos uma mentalidadezinha de treta onde só o canudo vale e quantos mais títulos espalhafatosos tiver melhor... é isso trabalho? Não, não é!!! Sujar as mãos, Deus nos livre! Porque hoje todos se queixam da falta de emprego, mas quando oiço jovens que dizem que não saem de casa para ganhar 400 euros... algo está mal! O Estado não tem dinheiro, as famílias endividam-se, perdem casa, trabalho, bens pessoais, penhoras, os estudantes sem saídas, os idosos sem direito à saúde e medicação... bolas para tanta democracia!
Vivemos uma hipocrisia em favor de alguns, pois este Estado actual em que é que me representa? Em nada! Peçamos realmente a Deus que faça o milagre de nos tirar do buraco, mas como o próprio Jesus afirmou: de que me vale alcançar o mundo inteiro, se com isso perder a minha alma!? Hoje o medo não é perder a alma, é perder o TGV, a Ponte sobre o Tejo, o novo aeroporto. Será que tenho dentes para roer tanto euro mal gasto e tanto betão e ferro?
Vivemos uma hipocrisia em favor de alguns, pois este Estado actual em que é que me representa? Em nada! Peçamos realmente a Deus que faça o milagre de nos tirar do buraco, mas como o próprio Jesus afirmou: de que me vale alcançar o mundo inteiro, se com isso perder a minha alma!? Hoje o medo não é perder a alma, é perder o TGV, a Ponte sobre o Tejo, o novo aeroporto. Será que tenho dentes para roer tanto euro mal gasto e tanto betão e ferro?
Bem-haja meu amigo, Santa Páscoa e toca a abanar as consciências dormentes!
Pe.Humberto
Palavras Soltas deixou um novo comentário na sua mensagem "FELIZ PÁSCOA PARA TODOS":
Como sempre os teus textos são primorosos e realistas.
Ao ler este, só me ocorre dizer:
Como eu te entendo....
Mia
Ao ler este, só me ocorre dizer:
Como eu te entendo....
Mia
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