quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

ENCERROU A FASHION STREET



Depois de quatro anos em exercício –abriu em Dezembro de 2011-, o que constitui um recorde, já que a média de duração é de seis meses, encerrou esta semana o estabelecimento “Fashion Street”, na Rua das padeiras, número 57. A roupa aqui vendida tinha o registo de Fátima Cruz, com fabrico próprio e lojas em várias cidades do país como, por exemplo, Leiria, Figueira da Foz, Nazaré, Batalha e Marinha Grande.
Segundo vizinhos, que pediram o anonimato, “esta marca instalou-se aí, há cerca de quatro anos, com uma renda 1.250,00 Euros. Agora estava a pagar 1,000.00 e não estava a ser viável. Pediram ao senhorio que baixasse a renda e este não acedeu. A funcionária Maria do Carmo foi para o desemprego.”

BOM DIA, PESSOAL...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

COMO É QUE SE FALA COM ESTA GENTE?





O encontro foi recentemente mas, confesso, a irritação ainda não me passou. Fiquei tão incomodado que, desconfio, não voltarei a falar com esta gente. Antes de me alongar, como ressalva, devo clarificar que o defeito é meu. Não é deles. Sou um tipo esquisito. Não interesso a ninguém. Tenho a mania que sou incorruptível, que sou diferente, para melhor, de certa tralha que para aí anda. Claro que é pura arrogância, a raiar a estupidez e auto-convencimento, mas adiante.
Não posso com gente embusteira, com malabaristas que querem estar bem com Deus e com o Diabo. Provocam-me uma comichão maior que uma dose massiva de urticária. Sempre fui assim, mas com a idade fiquei muito pior. E o problema é que não me consigo conter e digo na cara dos intrujões o que penso deles. Se é certo que fico aliviado –em boa verdade este prazer que sinto não tem preço-, por outro lado, constato, os sujeitos, perante a minha frontalidade, olham para mim como se olha para um louco, ou talvez como um animal que se pode tornar perigoso a qualquer momento. E, no mínimo, evitam-me como se esquiva de um aranhão.
Às vezes pergunto-me porque sou assim. Por que não sou polido, cheio de boas maneiras, controlado perante a hipocrisia latente e presente e dizer o que certa gentinha quer ouvir. Porque tenho de ser assim? Interrogo tantas vezes. Provavelmente a razão, estou em crer, é que fui muitas vezes enganado ao longo da vida por gentalha como esta que ainda não identifiquei, mas lá irei. Vou só contar uma história para exemplificar. Comecei a trabalhar na Baixa, no comércio, em 1973, com 16 anos. Passando a imodéstia, para além de ser muito aplicado, era um miúdo cheio de ideias de vencer a pobreza e muito trabalhador. Sabia que só através do trabalho conseguiria dar o salto. Durante os dias úteis atendia clientes ao balcão, à noite ia estudar e ao fim-de-semana ia para um café servir à mesa. Penso que o meu afinco deveria ser perceptível. De tal modo que havia na Rua Eduardo Coelho um comerciante, com uma ourivesaria, o senhor Rider, que quando me via fazia-me um festim de elogios, assim no género: “hás-de ir muito longe, rapaz! És muito trabalhador e tens muito jeito para o negócio!”. Talvez por tantas vezes esta mensagem ser repetida, ou porque se alongasse ainda mais nos louvores, acabei a acreditar que um dia poderia contar com a sua ajuda para me estabelecer por conta-própria.
Quando saí do Serviço Militar, em 1978, com 22 anos, já casado, lembro-me de me deitar, à noite, e acordar, de manhã, com o mesmo desejo: ter a minha própria loja. A procura estava no auge e não havia mercadorias para vender. Havia muito dinheiro em circulação. Por essa altura surgiu o que eu considerava um bom negócio, mas havia um problema: não tinha dinheiro. Então, quando o desejo extravasa a razão deixamos de considerar as dificuldades e achamos que não há fronteiras até ao impossível. E fui falar com o meu alegado amigo Rider a sua casa, na Rua do Brasil. Nesta tentativa de investimento estava em causa dois mil contos –dez mil euros, hoje-, uma pequena fortuna para a época. Cheio de entusiasmo, expus o meu plano e completei com a frase: será que o senhor Rider pode ser meu avalista neste negócio? Em face desta interrogativa qualquer homem considerado normal teria dito ali mesmo que não podia. Poderia apresentar razões variadíssimas como, por exemplo, que me faltava experiência e que não deveria arriscar. E a história, para ele enquanto garante, acabava ali. Mas o Rider era muito inteligente e de “normal” tinha pouco. Era um tipo muito esperto. Em vez de desmotivar, pelo contrário, incentivou e disse que era um bom plano. Para complementar a farsa garantiu-me o aval de um empréstimo nesse valor e remeteu-me para o BESCL, Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, na Rua Visconde da Luz. Colocou-me um cartão seu na minha mão e enviou-me para o gerente do banco, o senhor Silvano. Nessa noite não dormi. Já me via na minha loja e a vender as minhas malhas e camisas. Eram favas contadas. O negócio estava no papo, pensava dando voltas na cama. No dia seguinte, logo ao abrir da instituição bancária –nessa altura, antes de se tornarem especuladores, chamávamos assim a estas casas de crédito- estava ao balcão a pedir para falar com o gerente. Mandou-me entrar para um pequeno gabinete. Depois de acomodado e de lhe entregar o bilhete, cheio de força nas palavras e ampliando o lucro visualizado, tratei de convencer o homem dos empréstimos. Apesar do meu manancial de argumentos que saiam em catadupa o funcionário bancário estava sempre a dar-me para trás. Ora porque não era boa altura, ora porque viriam tempos melhores, ora que aguardasse mais uns tempos. Andava ali às voltas mas nunca dizia que não financiava. Foi de tal modo cerceador que às tantas, porque já me estava a passar com aquela encenação, perguntei abruptamente: diga-me de uma vez por todas, empresta-me o dinheiro ou não?
Foi então que o homem atirou o xeque-mate: não poderia financiar porque o senhor Rider tinha um grande investimento em mãos e, em face disso, não poderia ser meu avalista. Quando saí a porta percebi tudo. O espertalhão do Ríder, sem se desmanchar, mandou-me para o banco mas, quase certo e antes disso, ligou ao Silvano com a recomendação: “vai aí aparecer um puto sonhador. Despache-o o mas tente convencê-lo de que a culpa não é minha.”
Nunca me esqueci desta história. É por isso mesmo que sou terra-a-terra. Pão, pão, queijo, queijo. Não posso com gente mentirosa, fingida. Refiro alguns políticos da nossa praça. Provocam-me asco, vómitos, para ser mais exacto.


UM COMENTÁRIO RECEBIDO SOBRE...




apenasdorminhoco@sapo.pt (Os bombeiros Voluntários em fogo ardente)


Bom dia.

Depois de ler o seu blogue fiquei deveras impressionado com o que foi dito.
Como diariamente e tomo café no centro comercial em frente dos bombeiros. Fica-se a saber muita coisa, que não circula nos circuitos normais.
Existem muitas questões que deveriam ser esclarecidas:
Há um ano que não conseguem contratar um telefonista?
O que está a fazer um funcionário que foi contratado para a secretaria?
A Câmara Municipal de Coimbra está a pagar a renda das instalações em Taveiro onde se encontra instalada a GNR?
Um ano após a tomada de posse desta direcção qual foi o valor do investimento que já fez no ano transacto?
Vou estar com mais atenção aos comentários que se fazem todas as manhãs no Café do Paulo em frente.
Abraço.

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apenasdorminhoco@sapo.pt


Bom dia, mais uma vez

Após uma leitura mais atenta ao que disse ao dr. Fernandes, e depois de conversar com alguns bombeiros, pareceu-me que nas suas palavras existiam algumas inverdades.

Disse ele que tinham seis funcionários afectos ao transporte de doentes não-urgentes. Só se o dr. Fernandes considera o mecânico e a senhora da limpeza.

Segundo me disseram são só quatro, sendo três motoristas e um maqueiro. Ora se cada tripulação é de um maqueiro e um motorista, como faz para resolver os outros casos?

Quantos serviços foram recusados por haver motorista e não haver maqueiro?

A única aquisição que fizeram foi de uma viatura por cerca de mil euros mil, cerca de duzentos contos na moeda antiga. Grande investimento!

Volto ao funcionário que foi admitido, qual a função dele? Ele que explique bem porque aquele? Quais os candidatos que se apresentaram? Julgo que muita coisa tem de ser explicada. Mas para telefonista não há  ninguém.

Deixei de ser sócio quando comecei a ouvir comentários a esta gestão.

Seria bom ouvir os bombeiros.

Parabéns ao dr. João Silva. 


UM LIVRO LANÇADO NO SANTA CRUZ





Viva.
No próximo dia 13 de Fevereiro, sexta-feira, pelas 18h00, o Café Santa Cruz, em Coimbra, acolhe o lançamento do livro “Princípios do Socialismo à Volta de Antero”, com intervenções do Autor Francisco Castro Rego, do Professor Fernando Catroga e do Dr. Fernando Fava. 
Porque nesse dia ocorre o 50.º aniversário do assassinato do General Humberto Delgado farei uma breve evocação alusiva à data.
Junto convite, agradecendo a sua divulgação e presença. Anote na sua agenda.
Coimbra Não Apaga a Memória. Com a estima do cidadão José Dias

BOA NOITE, PESSOAL...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

OS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS EM FOGO ARDENTE





A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Coimbra (AHBVC) foi criada em 7 de Abril de 1889, na Praça do Comércio, número 27, no antigo espaço dos Marthas. O primeiro Regulamento Interno foi criado em 1895 que, entre outras coisas, adoptou como sinal de alarme de incêndio as badaladas das torres das igrejas da cidade. O primeiro carro puxado a cavalos foi adquirido em 1900. Em 15 de Novembro de 1953 foi inaugurado o actual aquartelamento na Avenida Fernão de Magalhães.
Depois de várias primeiras pedras lançadas no campo de desilusão para a construção de um novo quartel, divididas entre Taveiro e Estrada de Eiras, já que as presentes instalações se encontram em avançado estado de degradação, pelo alheamento da cidade e da sua administração, nunca se passou dos planos em papel à prática.

A REVOLUÇÃO SILENCIOSA DE JOÃO

Em Outubro de 2010 assumiu como presidente da direcção da AHBVC João Silva. Na autarquia e até 2001, no tempo de Manuel Machado o outrora presidente e agora novamente homem-forte da edilidade, aquele ex-vereador do Partido Socialista (PS) colocou os Bombeiros Voluntários na agenda da cidade. Desde os apelos para o aumento de associados –são agora cerca de 6200- até ao pedido de contribuição nas lojas comerciais, não deveria ter restado nenhuma porta ou janela onde João Silva se teria escusado em bater a convocar para a causa dos Bombeiros. Alegadamente por falta de resposta das entidades competentes, das empresas, dos industriais, dos comerciantes, os seus lamentos foram saindo ao longo do exercício em carta aberta e, chegado ao fim de mandato, retirou-se dos órgãos executivos. Embora na despedida citasse Torga, de que “quem faz o que pode faz o que deve”, mais que certo, teria largado com uma sensação enorme de frustração.

AS ELEIÇÕES E O NOVO RUMO

Em 14 de Dezembro de 2013 Henrique Fernandes, homem forte do PS e último Governador Civil de Coimbra, até à extinção do cargo, foi eleito para liderar uma nova lista da AHBVC. Na sua tomada de posse afirmou ser seu desejo acabar com a dependência dos subsídios, defendendo um modelo de contratualização de serviços em troca de contrapartidas, a estabelecer entre os bombeiros e a autarquia.
João Silva, o até aí responsável pela direcção, passou para presidente do Conselho Fiscal.
Por ruídos a circular nestes becos e ruelas e segundo se consta, desde da entrada em cena deste novo executivo os ventos que sopram no quartel da Avenida Fernão de Magalhães são tudo menos de paz e serenidade. A semana passada um elemento da casa, pedindo o anonimato, solicitou-me que desse conta publicamente do que se está a passar. Naturalmente que, ouvindo as partes em conflito e chamadas à colação, me cabe fazer eco deste lamento. Por isso mesmo anuí. Vamos ouvir o queixoso: “O que se está a passar com esta governação da AHBVC não pode continuar a ser calado. É dever de cidadania mostrar à cidade o que está acontecer. Não dou a cara por receio de retaliação. Apenas por isso. Os Bombeiros Voluntários de Coimbra estão entregues à sua sorte. O presidente da direcção, Henrique Fernandes, apenas lá vai uma vez por semana para despachar, ou para assinar cheques, e mais nada –o anterior presidente, João Silva estava sempre presente. O senhor presidente diz que não precisa de lá estar e trata tudo pelo telefone. Dos elementos da direcção, os únicos que estão diariamente na sede são os senhores Alberto Amaral e Carlos Balteiro. Nas reuniões do executivo há muita dificuldade em arranjar quórum. Na casa vive-se um clima indescritível. Há uma tensão sempre presente entre o presidente e o pessoal com ameaças de despedimento. Os bombeiros e funcionários são tratados com arrogância, quase desprezo, e ameaças permanentes. Ele quer que várias pessoas vão para a reforma. Dá ideia que quer fechar a porta. Ninguém entende esta forma de gerir. Todo o pessoal está desmotivado. Os bombeiros parecem estar à deriva. Com o vice-presidente, Carlos Clemente, passa-se a mesma coisa. É preciso estender-lhe um tapete vermelho para ele se deslocar às reuniões da direcção. Só vai de vez em quando e a marcação tem de ser de acordo com ele. Ele sobrepõe-se aos restantes membros. O mau ambiente é tão grande que os voluntários não aparecem e só lá estão diariamente meia dúzia de homens. Há cerca de um mês houve um incêndio na rua Corpo de Deus, creio, e o nosso pessoal não pode comparecer porque não havia homens. Quem foi acudir ao fogo foi a corporação de Brasfemes.”

UMA QUESTÃO DE CUSTOS

Continua o meu depoente, “no tempo de João Silva, da anterior direcção, tudo era tratado na hora e não havia conflitos. Tratava todos de igual para igual. Se houvesse divergências eram examinadas e, com assertividade, saía uma conclusão o mais rapidamente possível e de modo a não prejudicar o normal funcionamento da instituição.
O clima de mal-estar começou pela recusa de pagamento de subsídio de almoço. E, por isso mesmo, o pessoal não comparece –esta é uma das principais razões. Para além das instalações, o material está completamente obsoleto. Há dias foi uma ambulância para Lisboa e ficou lá avariada. Há uma obsessão pelos custos e em querer controlar tudo. Antes de se contratualizar seja o que for são precisos três orçamentos –bem sei que a lei exige mas há casos que são de tal modo urgentes que não pode ser assim. Veja o caso da ambulância, vai-se a três oficinas pedir um orçamento ao motor? Como é que se faz? Pede-se a cada uma que desmonte o motor e paga-se a avaliação? A ser assim, lá para o próximo verão devemos ter a viatura pronta! Esta inexistente flexibilidade está a emperrar o sistema. Entende-se mas não é exequível pelo exagerado rigor. Bem sei que a nossa situação financeira não é brilhante. E se está tudo controlado para os próximos seis meses é graças à edilidade, que financiou um subsídio de 50 mil euros. De certo modo até admito a rigidez –até porque, do ponto de vista de gastos, não tenho nada a apontar-lhe- o que não compreendo é a falta de presença e a incapacidade de delegar –no tempo de João Silva o pessoal estava sempre disponível. Agora não. Recusam-se. Só aparecem mesmo se for um sinistro muito grave. Já não vão de livre e espontânea vontade. Passou de uma casa popular e de serviço público para um quartel militar. O presidente Fernandes só fala com ameaças e aos berros, como se as pessoas fossem estúpidas. Na parada, chegou a utilizar uma expressão de “estar habituado a pegar o boi pelos cornos”. Caiu muito mal esta metáfora. Muito mal mesmo! Era preciso haver mais relacionamento humano, mais diálogo com as pessoas. Em face das suas intimações de despedimento alguns funcionários já choraram a bom chorar. Acho que tem um feitio muito difícil, irascível, e não foi feito para o lugar que ocupa.”

A CARTA ANÓNIMA E NOVAS ELEIÇÕES

“O ambiente é de tal modo mau, de cortar à faca, que há cerca de seis meses o presidente recebeu uma carta anónima com ameaça de morte. Na carta era apontado o mau relacionamento entre ele e os bombeiros. Salvo erro, chegou a aventar-se a hipótese de remeter a missiva para a polícia, mas creio que não houve andamento.
Entre algumas pessoas ligadas a esta equipa já foi ponderada a possibilidade de haver novas eleições para tentar acalmar os ânimos. Uma coisa digo: a bem dos Bombeiros Voluntários, alguma atitude deverá ser tomada nos próximos tempos.”

O QUE DIZ CLEMENTE

Perante as acusações de comparecer às reuniões da direcção apenas por marcação prévia e de sujeitar os restantes membros à sua vontade, fui ouvir Carlos Clemente. O vice-presidente da AHBVC diz o seguinte: “Não é verdade! Sempre que sou chamado vou lá. E mais, é raro o dia em que não ligue para a associação a saber o que se passa. Tenho feito sacrifícios para estar presente. O que acontece é que eu não posso ir a reuniões às 17h30 e 18h30. Tenho obrigações institucionais que me impedem de estar presente nesse horário. Já pedi ao presidente da direcção que fosse paginado um horário pós-laboral e acessível para toda a gente. Mais não posso fazer!”

O QUE DIZ HENRIQUE

Para uma legítima defesa, contactei Henrique Fernandes e li as acusações de que era alvo. Arguiu o seguinte: “Eu não entro nesse tipo de conversas. O primeiro elemento é a AHBVC, que tem a manutenção do corpo de bombeiros. O segundo elemento é o próprio corpo de bombeiros, que tem uma cadeia hierárquica e à sua frente está o comandante. O corpo de bombeiros é tutelado. A Protecção Civil não aponta nada. A Associação Humanitária representa cerca de 6000 sócios. O corpo de bombeiros andará por volta da centena e estão em boa disponibilidade. Embora, sabe-se, os seus meios não são iguais aos Sapadores. Quer dizer, portanto, que gerimos conforme as possibilidades. A gestão dos operacionais é feita pelo comando –que tem autonomia. A presença da direcção não afecta em nada a operacionalidade dos bombeiros. Por isso digo que eu ir uma vez por semana chega perfeitamente. A associação reúne duas vezes por mês. Cada membro tem a sua responsabilidade, em atribuições e competências. Alguém imagina que estas acusações serão fundadas, mas não são. Não fico nada preocupado. Vou deixar publicar e depois decido. A nossa casa é deficitária, por causa do transporte de doentes não-urgentes. Temos seis funcionários afectos a este transporte, que dá prejuízo. O que esta direcção está a fazer é tentar que a associação seja sustentável.
Essa questão dos subsídios de almoço também não é verdade. Quando tomei posse verifiquei que havia funcionários a receber dois subsídios de refeição, acumuláveis. O que era ilegal. Isso foi suspenso. Mas para que não ficassem prejudicados, passou para subsídio eventual/ajudas de custo. Quanto à reforma de funcionários, alguns mantiveram a vontade de se aposentar aproveitando as regalias que a lei permite. É da sua disponibilidade e da sua vontade.
Posso afirmar que a situação financeira da AHBVC está garantida. A cidade pode estar descansada com o bom serviço que os Bombeiros voluntários prestam.”