Questões Nacionais

domingo, 11 de fevereiro de 2024

25 DE ABRIL, 50 ANOS DEPOIS

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  (Imagem de Leonardo Braga Pinheiro) A lmerindo Oliveira, num daqueles dias em que tudo parece pardo e desvirtuado, sentiu-se nostál...
sábado, 10 de fevereiro de 2024

MEALHADA: O ÚLTIMO DIA DO MERCADO DE SANT’ANA

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O relógio da torre sineira da igreja matriz da Mealhada terminou há pouco de bater a última das doze badaladas. O tempo, como se indecis...
quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

BARRÔ: ENSAIO PARA QUE A FESTA DE ANO NÃO ACABE (3)

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  N os últimos três dias, numa espécie de rosário (terço), trazendo à discussão a festa de ano em Barrô, fui desfolhando as contas. Ain...
terça-feira, 23 de janeiro de 2024

BARRÔ: ENSAIO PARA QUE A FESTA DE ANO NÃO ACABE (2)

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E m anterior apontamento referi a dificuldade em angariar fundos para um evento, a Festa de Ano da aldeia – e que penso ser transversal -,...
segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

BARRÔ: ENSAIO PARA QUE A FESTA DE ANO NÃO ACABE (1)

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P ara os que seguem o que escrevo, na semana passada, publiquei várias crónicas sobre as festividades em honra de São Sebastião, o padroei...
domingo, 21 de janeiro de 2024

BARRÔ: NOTÍCIAS BREVES

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  * C om a Capela cheiinha até à rua – o que também não é muito difícil já que é pequena -, com início às 15h00 e durante mais de uma hora...

BARRÔ: ENSAIO PARA UMA SAÍDA AIROSA

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  O relógio na torre sineira da Capela de Barrô está prestes a martelar as doze badaladas e anunciar o meio-dia de um dia soalheiro que...
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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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