Questões Nacionais

segunda-feira, 24 de julho de 2023

REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE MEALHADA: O CASO DO DIA

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  (Foto de arquivo) O tempo atribuído aos cidadãos na reunião do executivo de hoje ficou marcado por uma acusação velada de um munícip...
sexta-feira, 21 de julho de 2023

FALECEU UM NOSSO VIZINHO

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D urante os últimos três anos habituei-me a vê-lo sentado na sua varanda a ler o jornal. Hoje, que, infelizmente, é tão raro ver algué...
segunda-feira, 17 de julho de 2023

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  Hoje fui surpreendido por esta "prenda" enviada pelo Luis Filipe Perdigão . Palavra de honra que não me lembrava desta actuação ...
sábado, 6 de maio de 2023

FALECEU O VALDEMAR CAUTELEIRO

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D urante décadas, fizesse chuva ou Sol, o Valdemar Ribeiro Simões Matias, a pedir uma moeda e a vender Lotaria, foi figura típica presen...

FALECEU O ARLINDO LUÍS

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  (Imagem da Agência Funerária Barroca) C onheci o Arlindo Luís Filomeno Ledo Pontes no princípio da década de 1980, ainda antes de, ale...
sexta-feira, 5 de maio de 2023

UMA “ESTÓRIA” AO VIRAR DA ESQUINA

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  E ncontrei-o hoje, por acaso, na esquina do fala só . Eu soubera que ele há pouco mais de um ano sofrera uma trombose que o ia mandan...
quinta-feira, 4 de maio de 2023

EDITORIAL: O MEU PODER É MAIOR QUE O TEU

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  C omeço com ressalvas, não me sinto socialista, não votei em António Costa nas últimas eleições legislativas. Mas mais, ao longo deste...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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