Questões Nacionais

sábado, 9 de março de 2019

FALECEU VÍTOR CAMPOS, UM ÍCONE DA CIDADE

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(Foto do Diário de Coimbra) S egundo o Diário de Coimbra de hoje, “ Partiu Vítor campos um dos maiores símbolos da Académica”...
quinta-feira, 7 de março de 2019

OS “MIÚDOS” DA ESCOLA DE SÃO BARTOLOMEU HOMENAGEARAM “A NOSSA PROFESSORA PRIMÁRIA”

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N um ambiente de grande emoção, alegria e saudade, os alunos da Escola de São Bartolomeu do ano de 1984-1989 homenagearam...
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segunda-feira, 4 de março de 2019

O HUMOR É UMA ARMA (POR HENRIQUE MONTEIRO)

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BAIXA: OS INDIGENTES NA BUSCA DE UM PIEDOSO DESCANSO

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A pós falecimento nos HUC, f oi hoje a enterrar Umbelina Maria de Almeida Mano, de 59 anos . Reconhecida simplesmente pel...
sábado, 2 de março de 2019

BOM DIA, PESSOAL...

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sexta-feira, 1 de março de 2019

AI COSTA, COSTA! ÉS LIXADO, PÁ!

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C onsta-se cá no Beco da Paroleira que o anúncio da lista de candidatos socialistas ao Parlamento Europeu trouxe uma azia dana...

CÂMARA MUNICIPAL DE PEDRÓGÃO: A VERGONHA NACIONAL

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Q uem viu ontem a reportagem da equipa de Ana Leal, na TVI, provavelmente e mais uma vez, ficou com as entranhas a revolver...
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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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