Questões Nacionais

quinta-feira, 25 de março de 2010

ASSALTO AO DENTISTA

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  E sta noite o protésico José Luís, na Rua da Sofia, 121, 2º, foi assaltado. Segundo o José, “entraram pelas traseiras, pela caleira, ...

ASSALTO À FRUTARIA

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E sta noite, em hora indeterminada, a frutaria do Arcindo, na Rua das Padeiras e fazendo gaveto para a Rua da Gala foi assaltada. Os g...
quarta-feira, 24 de março de 2010

A FEIRA DOS 23

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 O ntem, na Bencanta, ali entre o rio Mondego e o Instituto Bissaya Barreto, como em todos os dias 7 e 23, realizou-se mais uma popula...

UMA IMAGEM...POR ACASO...

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 É o Geraldo, o "espanta pardais". Tem um vozeirão que parece o saudoso Pavarotti. Anda por aqui, pela Baixa. Não faz mal a nin...
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AS IGREJAS TAMBÉM SE ABATEM...

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  A minha informadora foi peremptória: “a igreja de Santa Justa encerrou ao culto. Depois de os frades Franciscanos Capuchinhos terem...

A RENASCENÇA À PROCURA DE UMA VOZ

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 A Rádio Renascença está hoje em Coimbra, junto à Câmara Municipal. Ao que consegui saber, esta estação de rádio anda à procura de locut...

BAIXA: CRITÉRIOS POUCO EQUITATIVOS DA CMC

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 J osé Alberto Ferreira, proprietário da “Festinoivos –comércio de Moda, Lª”, na Rua Dr. Manuel Rodrigues, está inconsolável: “isto é ...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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