Questões Nacionais

sexta-feira, 24 de abril de 2009

AMANHÃ HÁ FEIRA DE VELHARIAS

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Como sempre, ao quarto sábado de cada mês, na Praça do Comércio, o senhor Joaquim e a esposa, vindos de Lisboa, estarão presentes com a sua ...

UMA IMAGEM CAPTADA AO ACASO...

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Você reconhece esta imagem? Há quanto tempo não entra lá? Onde é, onde é? Isso, isso mesmo, é o mercado Municipal D. Pedro V. Já viu que é l...

UMA IMAGEM CAPTADA AO ACASO...

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"A DEPILAÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA", diz o cartaz,"VIRILHAS, ANTES 90 EUROS, AGORA 19,90 EUROS." TUDO MUITO BEM, MAS NO ...

A FRASE DO DIA...

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Tenho dias que me apetece partir para longe. Trocar a minha nacionalidade com um qualquer espanhol que gostasse e estivesse disposto a sofre...

UMA LOJA QUE SE APAGA E UMA BOMBA NO EXEMPLO

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Há vinte anos foi, na cidade, a catedral dos “300”. Nessa época, no auge dos artigos baratos vindos da China, foi ocupar o espaço deixado va...
quinta-feira, 23 de abril de 2009

PARABÉNS, CAMPEÃO!

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(9 ANINHOS FAZ O "MENINO"...) Estás crescido meu amigo e um bocado folgazão, sei que até tens sido um grande coimbrão; Nove anos d...

DESCULPE...DEIXE-ME VER SE ENTENDO...

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“Não podemos substituir a iniciativa empresarial. Devemos sim proporcionar condições de fixação às empresas para que elas prefiram Coimbra” ...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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