Questões Nacionais

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

"S. BARTOLOMEU HOMENAGEOU A VIDA NA BAIXA"

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"A homenagem a António Luís Barradas Figueiras, ex-presidente da Assembleia de Freguesia de S. Bartolomeu, falecido recentemente, foi o...
sábado, 13 de dezembro de 2008

OS COMERCIANTES E A ACI(R)C(O)

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Como se sabe, e hoje os jornais diários da cidade noticiaram, a ACIC, Associação Comercial e Industrial de Coimbra, realizou ontem no pavilh...
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

UM PENSAMENTO EM FORMA DE ESPECULAÇÃO

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“Preferimos a pobreza em liberdade à riqueza na escravidão” –Ahmed Sékou Touré, primeiro presidente da República da Guiné ( 1922-1984). Es...

UM MONUMENTO AO ESBANJAMENTO PÚBLICO

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  P or volta do virar do século, em 1999-2000, ainda no mandato de Manuel Machado, anterior presidente da edilidade Coimbrã, foram colo...

MAIS UMA VISITA INCÓMODA

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Esta noite, uma porta lateral de arrumações da Igreja de São Bartolomeu, virada para a Rua dos Esteireiros, foi arrombada e quebrado o vidro...

FURTARAM O MENINO JESUS-OUTRA VEZ?

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Segundo o Diário de Coimbra de hoje, “A manjedoura e o Menino Jesus, do presépio do escultor Cabral Antunes exposto na Praça 8 de Maio, fora...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

UM COMENTÁRIO RECEBIDO

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Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem ""UMA HOMENAGEM À MULHER DE COIMBRA"": Não me parece pertinente a ...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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