Questões Nacionais

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

MAIS UMA VISITA INDESEJADA NA BAIXA

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(ESTE ESTABELECIMENTO FOI ASSALTADO) (ESTA MONTRA FOI APENAS QUEBRADA) O senhor Moura, um dos decanos na arte de carimbos, penso que talvez ...

LEONOR A DESEJADA

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Leonor foi baptizada, os pais estão encantados, os avós todos babados, eis a menina sonhada; Ai Leonor, Leonor! nunca saberás o teu drama, a...
sábado, 22 de novembro de 2008

UM SÉCULO POR UMA VIDA

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Corria o ano de mil novecentos e oito, na aldeia de Barrô, um casal, alto, gritou, o homem estava afoito; Em Novembro a mulher gemia, o home...
sexta-feira, 21 de novembro de 2008

UM COMENTÁRIO RECEBIDO

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Daniel deixou um novo comentário na sua mensagem "UM METRO CURTO E SEM AMBIÇÃO": «E, no tocante a transportes urbanos, o que é que...

AS ILUMINAÇÕES DA DISCÓRDIA (2)

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(O GROUND ZERO DE COIMBRA) (O CANTINHO DA ANITA)   L ena Gomes, Maria Hermínia e Alexandra Gil, são comerciantes na Rua de Sargento-mo...
1 comentário:

AS ILUMINAÇÕES DA DISCÓRDIA (1)

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Para que conste para história, e servindo de introdução ao que vou contar, até porque, pode não parecer, mas esforço-me tremendamente para s...
quinta-feira, 20 de novembro de 2008

UM METRO CURTO E SEM AMBIÇÃO

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(COMO NUNCA PUDE IR A FRANKFURT, COM UM SORRISO MALANDRO, SURRIPIEI ESTA FOTO NO BLOGUE "PIOLHO DA SOLUM" )    D e vez em quand...
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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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