Questões Nacionais

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O VENDEDOR DE CASTANHAS

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Quem passa na Praça 8 de Maio, junto à Igreja de Santa Cruz, facilmente se apercebe, através da inalação do cheiro, dos vários vendedores e ...

A INSENSIBILIDADE PACÓVIA

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Cerca das 11,30, passei junto à Igreja de Santa Cruz, subi a rampa de acesso à Rua Visconde da Luz, e, em frente ao Banco Espírito Santo, r...
2 comentários:

A PIETÁ

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(CLIQUE EM CIMA DA FOTO E SINTA A EXPRESSÂO DE SOFRIMENTO NOS ROSTOS DESTES DOIS SERES) A mulher está dormindo, juntamente com o menino, tal...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O CEGUINHO

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(CLIQUE EM CIMA DA FOTO E ATENTE NA CARA DESTE HOMEM. PARECE DIZER..."HUM...A MIM NINGUÉM ENGANA") “Uma moeda, por amor de Deus, s...

UM COMENTÁRIO RECEBIDO

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João Braga disse... A propósito de assaltos, aqui fica em jeito de notícia: No início desta semana do meu estabelecimento Retrosaria Zig-Zag...

SEIS VISITAS EM 2008

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A firma José Geraldes de Almeida, Lª, no Largo da Sota nº1, ali por detrás da antiga Zara, onde outrora funcionou o saudoso cinema Tivoli...
1 comentário:
terça-feira, 21 de outubro de 2008

ENCERROU A CATEDRAL?

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Ao que parece, segundo declarações de vizinhos, a loja José Novais, Lª, no Largo da Portagem encerrou. Esta casa de tecidos a metro, que ve...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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