Questões Nacionais

sábado, 9 de agosto de 2008

HISTÓRIAS DA MINHA ALDEIA (30): TODOS TEMOS UMA HISTÓRIA

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(Capela de Várzeas) Q uando comecei a escrever estas pequenas narrações não fazia a mínima intenção de passar da primeira. Porém, c...
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REFLEXÃO

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Eu gostava de escrever uma história de encantar, um enredo para sorrir, uma narração para ler, um estudo sem pensar, nas coisas que hão-de v...
quinta-feira, 7 de agosto de 2008

NO MEIO DE DORMINHOCOS HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DESPERTA

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Uma funcionária do Jornal O Despertar, recentemente adquirido pelo grupo de Lino Vinhal à família de Fausto Correia, a semana passada, te...
quarta-feira, 6 de agosto de 2008

COMO RESISTIR NESTE EGOCENTRISMO NACIONAL?

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(ESTAS QUATRO CASAS COMERCIAIS ENCERRARAM, NOS ÚLTIMOS MESES, NA PRAÇA DO COMÉRCIO, EM COIMBRA) Há dias, na Praça Velha, encerrou a CHUTEIR...
segunda-feira, 4 de agosto de 2008

OS RECEIOS DE CAVACO E A MINHA FUNDAMENTAÇÃO

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Porque escrevi um pequeno post, acerca da recente comunicação do Presidente da República, Cavaco Silva, ao país, recebi um honroso comentári...
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sábado, 2 de agosto de 2008

E DEPOIS DAS PRATAS O QUE RESTA?

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Há um velho aforismo, no país, de que, em caso de necessidade urgente de realizar dinheiro, dentro de uma casa solarenga, vende-se ...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008

CAVACO FALOU...E NINGUÉM PERCEBEU NADA

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Ó Doutor Aníbal, desculpe lá, mas não entendi nada do que disse. Então salta o amigo da paz paradisíaca do rectângulo da sua toalha de praia...
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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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