Questões Nacionais

sábado, 5 de julho de 2008

A JUSTIÇA E O DIREITO

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A propósito de uma notícia publicada no Jornal público de ontem, dia 04 de Julho, e também em editorial de José Manuel...
quarta-feira, 2 de julho de 2008

UMA NOVELA EM FORMA DE ZIG-ZAG

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(IMAGEM DA WEB) 1º CAPÍTULO   C onsideremos que a história que vou contar é uma novela portuguesa. Começa no dia 1 Dezembro de 200...

A VIAGEM DE GRAÇA

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Amanhã, quinta-feira, a Dona Graça -a resistente- a comerciante da Baixa que mais vezes foi assaltada -14, para que conste e envergonhe a qu...
terça-feira, 1 de julho de 2008

UMA LIBERDADE FEITA À MEDIDA

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A recente deliberação da 1ª Vara Cível de Lisboa em determinar que a Google encerrasse o blogue póvoa online, que estava acessív...
2 comentários:
segunda-feira, 30 de junho de 2008

A APRESENTAÇÃO DO ANASTÁCIO

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Ontem conheci uma pessoa. A meu ver, na sua forma de estar, bem poderia ser um pouco de todos nós. Uma projecção, um heterónimo, estão a ver...
sábado, 28 de junho de 2008

HISTÓRIAS DA MINHA ALDEIA (23): AS FÁBULAS DO MEU TIO MANEL

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(O meu tio Manel ao centro -foto de Edgar Midões) (Capela de Várzeas -imagem do blogue Adelo) T odos nós, dos tempos da noss...
1 comentário:

O ABROLHOS E A NOITE BRANCA

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  O ntem, dia 27, foi a "Noite Branca" na Baixa de Coimbra. Como todos sabemos, copiando o que se passa no estrangeiro, consiste...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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