Questões Nacionais

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

CARTA ANÓNIMA: A COBARDIA INSTITUCIONALIZADA

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Segundo a notícia transcrita no Jornal da Mealhada, de 20 de Fevereiro: “Presidente da Direcção da APPACDM foi investigado, com base numa de...
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

COIMBRA: DEBATE DA CULTURA, O FLOP E O FIASCO

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(IMAGEM DA WEB)   C omo foi amplamente divulgado, reuniram ontem, 20 de Fevereiro, no Teatro de Gil Vicente, cerca de 400 pessoas –segun...
sábado, 16 de fevereiro de 2008

PRESENTE É A SEMENTE DO PASSADO E O FRUTO DO FUTURO

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(IMAGEM DE LEONARDO BRAGA PINHEIRO)   E stávamos em 1936, quando Maria, num longo grito, não se sabe se revoltada por ter acabado de levar...
1 comentário:
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

LUSO: POR QUEM OS SINOS DOBRAM?

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Na edição de 13 de Fevereiro último, o Jornal da Mealhada expressava em duas páginas as preocupações fundadas e legítimas de um grupo de com...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

UM AMOR PROJECTADO

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“Mais uma vez o homem olha para mim. Bolas! Porque insistirá o velhote em olhar, para mim, daquele jeito? Será que nunca viu uma mulher? ...
sábado, 9 de fevereiro de 2008

A CRISE DA (AGRI)CULTURA

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Hoje, que não tenho nada para fazer, deu-me para passear pelas ruas da cidade. Ouço aqui, escuto acolá, à espera de encontrar qualquer conve...
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

COIMBRA: CIDADE DO NÃO (RE)CONHECIMENTO

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“ C oimbra não tem condições para fixar os jovens nem é capaz de manifestar apreço por quem leva mais longe o nome da cidade. (…) o que ...
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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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