Questões Nacionais

sábado, 29 de setembro de 2007

O QUE TENS NOBRE ANIMAL?

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P orque olhas para mim cãozinho, com esse olhar ternurento, queres uma festa no focinho, para não ficares macilento? Porque estás tão ...

POSSO LER A TUA SINA, ALBERTINA?

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Dá-me a tua mão Albertina, Para ver a linha da vida, Deixa-me ler a tua sina, Vou contar-te a tua lida; Persegues uma paixão, Se aparecer t...
sexta-feira, 28 de setembro de 2007

ASSALTOS NA BAIXA DE COIMBRA: O ESCÂNDALO

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(FOTO DE BRAGA PINHEIRO)   D ona Graça chora desalmadamente. Apoia o seu queixo redondo no braço esquerdo sobre o balcão do seu estabelec...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007

O OUTONO... E AS NOSSAS VIDAS

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Depois de dias longos, plenos de luz e cor, prenhes de temperaturas quentes, vitalidade de mais um verão, que, pelo bem ou pelo mal, por uma...
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FALA COMIGO DORA!

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Boa tarde menina Dora, tenho prazer em falar, sei que não vai ser agora, que se vai pronunciar; Esse seu medo fatal, deste ciber desconhecid...
segunda-feira, 24 de setembro de 2007

"MAMÃ...ESTES HOMENS SÃO UNS PARVOS!"

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“Somos três mulheres quarentonas, uma casada, uma divorciada e outra ainda solteira. Trabalhamos num serviço público, ali na zona centro,...
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UM ANJO DE OLHOS VERDES

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(IMAGEM DA WEB) O lhos verdes são traição, diz o povo sempre assim, mas, se eu fizer uma oração, talvez Deus te cole a mim; S e eu pudes...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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