Questões Nacionais

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

"DIVAGAÇÕES DE UMA MULHER INFELIZ"

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“Estou a dar os meus habituais passeios. Quando preciso de me ausentar da minha “chatérrima” vida venho para este paradisíaco jardim. Aqui p...
quinta-feira, 30 de agosto de 2007

BOM PARTIDO, PROCURA

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Quero uma mulher de quarenta, boa, se expresse bem e saiba o que diz, não quero uma “cota” de setenta, só se for muito rica e me faça feliz;...
quarta-feira, 29 de agosto de 2007

"DIVAGAÇÕES DE UMA MULHER"

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“É 1 hora da manhã. Sinto-me abraçada pelo silêncio. Só ele me entende, só ele me conforta. Estou deitada, bem desperta. Nua de roupas e de ...
segunda-feira, 27 de agosto de 2007

EM BUSCA DO PARAÍSO

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Maria casou cedo, ali para os lados do norte, o marido partiu logo, em busca da melhor sorte; Foi parar ao Luxemburgo, um país muito interes...

GENTE FELIZ ATÉ NA INFELICIDADE

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Maria casou cedo, ali para os lados do norte. Mal o padre acabou de soletrar a programática interrogação: “aceita Maria…” e já o recém-empos...
sexta-feira, 24 de agosto de 2007

A MINHA AMIGA VIRTUAL

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A primeira vez que falei com ela, na net, a sua conversa era de fazer chorar as pedras. Os seus vocábulos eram repetidos à exaustão: triste...
terça-feira, 21 de agosto de 2007

O ABROLHOS E OS TÍTULOS DE "CAIXA ALTA"

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  H oje sinto falta de qualquer coisa ou de alguém. Olho à volta e vejo rostos vazios, como se carregassem o mundo às costas, como se ti...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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