Questões Nacionais

segunda-feira, 30 de julho de 2007

A CULPA SERÀ DO MAU OLHADO?

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O telemóvel retiniu, eram oito horas da manhã. Do outro lado uma voz angustiada de mulher. Chorava e estava tão inquieta, quase em pânico, ...
domingo, 29 de julho de 2007

A PRIMEIRA NOITE DA MINHA NOVA VIDA

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  O ntem, um sábado deste mês de Julho, de canícula ternurenta, a fugir para modorra pachorrenta, pouco própria dum verão incerto, ind...
2 comentários:
sexta-feira, 27 de julho de 2007

O FRATICIDA

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Vasco tem 17 anos. Desferindo várias facadas, acabou de tirar a vida a seu irmão de 12 anos. Preso em prisão preventiva, no Estabelecimento...

ELEGIA A UMA CORREDORA DE FUNDO

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Sempre a correr, como água, dum rio, em direcção ao mar, corres sem entender, porque corres? Se ninguém te quer amar; Há quem queira, mas tu...
quarta-feira, 25 de julho de 2007

HÉLDER, O PÁRIA MAL-AMADO

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(Imagem de Leonardo Braga Pinheiro)   E le está à minha frente. Bom aspecto, cabelo bem penteado para trás, calça de ganga, limpa e t-shir...
segunda-feira, 23 de julho de 2007

REQUIEM POR UM AMIGO

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Tu eras meu amigo e eu teu, António, ouvíamo-nos no teu sonhar de utopia, nessa tua consumissão e expurgar de demónio, a rotina era um bich...

ATÉ AMANHÃ...MEU AMIGO CERVEIRA

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 T omava o café, e ia desfolhando o jornal, quando me deparei com a notícia do teu desaparecimento. Aquele pequeno rectângulo de 6x9, tão ig...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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