Questões Nacionais

sábado, 30 de junho de 2007

ADEUS BIJU

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A Biju morreu! Nos últimos cinco anos, habituei-me a vê-la, com o seu ar ladino e traquina, como se, com a sua luz resplandecente, fosse, me...

O CARROCEL DOS IMPOSTOS

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O Diário de Notícias, de hoje, dia 30 de Junho, publica, no seu caderno de economia, que a União Europeia (EU) vai mudar as regras do IVA p...
sexta-feira, 29 de junho de 2007

A DIALÉCTICA DO VAZIO

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   O s Jornais nacionais, quer diários, quer semanários, transversalmente, apostam todos na opinião dos políticos partidarizados. Ou sej...
quarta-feira, 27 de junho de 2007

QUEM ESPERA NÃO AUGA

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Um dia destes, pelas 9,45 da manhã, na Caixa Geral de Depósitos em Coimbra; entrei, para fazer o levantamento de um cheque, retirei a minha...

ESTE É O PORTUGAL QUE MERECEMOS?

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Vamos na rua e ouvimos, quase como ladainha mística; os políticos são assim, os políticos são assado. Que a Câmara de tal parte abriu um co...
segunda-feira, 25 de junho de 2007

UM PEQUENO NACO DE AMOR

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O homem teria cerca de trinta anos. Estava algemado. Vinha a sair do Tribunal de Família e Menores acompanhado com um guarda prisional. Cá f...
sábado, 23 de junho de 2007

A FEIRA DE VELHARIAS

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  É sábado, são 5h30 da manhã, o senhor Joaquim e a esposa estacionam a carrinha no largo da cidade, mais vulgarmente conhecido por Praç...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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