Questões Nacionais

segunda-feira, 4 de junho de 2007

AS REFORMAS DO POMBAL

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AS REFORMAS DO POMBAL “Chamo-me Sempio. Sou um velho e decrépito pombo que há muitos anos vive a sobrevoar os telhados dos prédios da...

QUE PENA SINTO EM NÃO SER POETA

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Eu gostava de ser poeta e descrever, tudo o que visse, qualquer acareação, tudo o que sentisse, dentro do meu ser, pegar na caneta, três fra...
sábado, 2 de junho de 2007

1-A BAIXA DE COIMBRA: QUE FUTURO?

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 Como foi amplamente noticiado, vai ser levado a efeito na Câmara Municipal, no dia 5 de Junho, pelas 21 horas, uma conferência, cujo te...

QUEM ME TIRA DESTA ESTRADA

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QUEM ME TIRA DESTA ESTRADA Quem me roubou o sorriso, ao inferno vai parar, uma alma tão sem siso, que deixou de me amar; às vezes, quero mor...

A PROCURA DA FELICIDADE

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À PROCURA DA FELICIDADE Quando, como tonto, passeio por aí, Olho as árvores, prenhas do chilrear das aves, é uma banda desafinada, uns tocam...

CARTA A UM FANTASMA CONHECIDO

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CARTA A UM FANTASMA CONHECIDO São vinte horas e o sonho vai começar, percorro todos os sites, o que eu faço para te encontrar, meu fantasma ...

ELEGIA A UMA CEREJA

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ELEGIA A UMA CEREJA Era uma vez uma Cereja… Tão brilhante, tão madura, madurinha, tanta calma, tanta lucidez… salvo seja, a proteger as cere...
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Acerca de mim

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LUIS FERNANDES
Tenho por costume dizer que sou independente, livre e solidário, mas não acreditem: não existe ninguém com essas qualidades. Não gosto de Futebol, não acredito em Fátima, mas gosto de Fado. Não tenho partido político –sou assumidamente liberal, respeitando todas as idiossincrasias-, mas vá-se lá saber, estou sempre a tomar partido –talvez custe a entender, mas penso que tem a ver com as minhas reminiscências miseráveis –que, pela lição de vida que foi proporcionado, me orgulho. Não tenho religião –sou agnóstico-, no entanto, apesar de herege a balouçar entre a negação e a dúvida, “re-ligo-me” em muitas causas que considero essenciais à minha passagem neste caminho a que todos chamam vida. O que faço, através da escrita, é sempre “pro bono” e no sentido de corrigir algumas injustiças sociais, e raramente escrevo em proveito próprio. Dividido entre o perigo e o divertimento, é apenas o descarregar da alma. Em vez de escrever para a gaveta –que ninguém leria-, ao menos, aqui, penso que haverá sempre alguém que lerá os meus disparates e as minhas aflições. Embora, com toda a honestidade do mundo, duvido que ganhem alguma coisa com isso…
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